O rapper angolano Extremo Signo, acaba de lançar “Dominó”, um novo single que reafirma, com força total, a sua identidade lírica e técnica no rap. A faixa que conta com participações de peso de Ozono, Lutuima e Kletuz, apresenta um autêntico desfile de punchlines, skills afiadas e uma energia competitiva que já se tornou marca registada do artista.
Foto: Reprodução Instagram (Extremo Signo)
Os artistas Ozono e Lutuima, entram com versos agressivos e densos, que eleva o nível lírico da música, enquanto Kletuz acrescenta uma abordagem mais melódica, e explora as suas capacidades vocais e criando um contraste que equilibra a intensidade do som.
“Dominó”, destaca-se também pela forma como os versos se encadeiam de maneira fluida e contínua, remetendo directamente ao conceito do título. O instrumental serve como uma base sólida para que cada artista demonstre versatilidade, confiança e domínio do microfone, mantendo sempre a coesão da faixa.
A recepção do público tem sido claramente positiva. Nas redes sociais e plataformas digitais, os fãs elogiam a força das barras, a química entre os participantes e a escolha estratégica das colaborações. Para quem acompanha o percurso de Extremo Signo, o single surge como mais uma prova da sua consistência artística e da capacidade de se reinventar sem perder autenticidade.
Com “Dominó”, Extremo Signo consolida a sua posição no jogo, e entrega um tema pensado para os apreciadores de rap técnico, competitivo e bem executado, uma jogada certeira num dominó que continua a cair a seu favor.
O rapper Valete, fez uma confissão marcante sobre os bastidores da sua trajectória musical, ao afirmar que a sua carreira no Rap poderia nunca ter existido sem a influência directa e o apoio de Sam The Kid.
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Durante a sua passagem pelo programa “Dona da Casa”, Valete abriu o jogo sobre a importância determinante de Sam The Kid, na construção do seu percurso artístico, ao destacar o papel crucial que o produtor teve num momento em que o panorama do hip hop português ainda era restrito em termos de acesso a instrumentais de alto nível.
“Praticamente o único gajo de alto nível que oferecia beats era o Sam The Kid. Eu tinha acesso a todos os beats do Sam. Naquela altura não havia competição”, revelou o rapper, ao sublinhar que essa vantagem foi decisiva para o impacto do seu primeiro grande projecto.
Valete, foi ainda mais longe ao admitir que o sucesso do seu disco está directamente ligado às produções assinadas por Sam The Kid. Segundo o artista, as faixas que mais se destacaram e “rebentaram” junto do público foram precisamente aquelas produzidas pelo consagrado beatmaker.
“Se não fosse o Sam The Kid, provavelmente eu não estaria a fazer música”, confessou, ao acrescentar que, sem esses instrumentais, o álbum poderia ter sido um fracasso comercial.
Nesse cenário, o rapper acredita que teria seguido outro caminho profissional, concretamente o jornalismo desportivo, área que também despertava o seu interesse na altura.
A produtora Sold Out Skwadd (SOS), liderada pelo rapper luso-angolano Deezy, anunciou nesta sexta-feira, 23 de Janeiro, o lançamento do documentário “Regra do Jogo”, uma produção dedicada a homenagear o falecido kuduristaMano Chaba, prometendo revelar, pela primeira vez de forma aprofundada, a sua história de vida e trajectória artística.
Foto: Instagram (Mano Chaba)
O anúncio foi feito através de uma publicação colaborativa na plataforma Instagram, assinada por Deezy, Rafael Beats, Ailé dos Santos, Jaime António e pelo perfil oficial de Mano Chaba. Na nota, foi confirmado que o documentário tem a estreia marcada para o dia 22 de Fevereiro.
“Este não é apenas um documentário. É a história que nunca foi contada por completo, não são só imagens, são escolhas que mudaram um caminho e desafiaram a regra do jogo. Aqui está o meu trajecto, os momentos que marcaram a minha carreira e as pessoas que ajudaram a eternizar a minha arte. Mesmo não estando entre os vivos, a minha voz continua, ainda há verdades por revelar e imagens que vão mudar a forma como tudo foi visto”, escreveu
Segundo a produtora, “A Regra do Jogo” vai retratar escolhas, desafios e momentos decisivos que marcaram o percurso pessoal e profissional de Mano Chaba, desde os primeiros passos na música até à sua morte prematura, oferecendo ao público uma visão mais íntima e humana do artista.
A cantora angolana, Pérola, destacou nesta quarta-feira, 21 de Janeiro, o talento, a dedicação e o percurso inspirador de Vanda Pedro, numa demonstração de admiração e reconhecimento.
foto: reprodução/ IG
Por meio de um story publicado na sua conta oficial do Instagram, Pérola partilhou uma publicação que enaltecia o profissionalismo de Vanda Pedro, bem como a sua evolução ao longo dos anos, sublinhando o impacto positivo do seu trabalho ao longo de duas décadas.
“Ela é diferente e faz a diferença há 20 anos, ela é a Vanda Pedro”, escreveu
O gesto de Pérola reforça a importância de valorizar, em vida, figuras que têm contribuído de forma significativa para o crescimento e profissionalização de diferentes áreas em Angola.
O músico Anderson Mário partilhou um dos episódios mais marcantes ligados à perda de Mano Chaba, revelando que o cantor faleceu precisamente no dia em que ambos iriam entrar em estúdio para gravar a canção “Atrás do Ouro
Durante a sua participação no programa Grandes Manhãs, Anderson explicou que a gravação estava agendada para 21 de janeiro de 2025, mas o encontro nunca chegou a acontecer. Poucas horas antes do momento combinado, Mano Chaba faleceu, apanhando todos de surpresa.
Emocionalmente abalado, Anderson Mário confessou que não teve forças para dar continuidade ao projeto naquele dia. Mais tarde, quando decidiu avançar com a música, foi obrigado a reescrever a sua parte, uma vez que a letra original tinha sido pensada para ser interpretada com Mano Chaba ainda vivo.
A revelação revisitou não só a proximidade artística entre os dois, mas também o impacto profundo que a perda do cantor teve no processo criativo de Anderson, transformando “Atrás do Ouro” numa obra carregada de memória, dor e homenagem.
O grupo musical feminino “Africanas”, anunciou, nesta segunda-feira, 19 de Janeiro, o seu regresso oficial aos palcos, após oito anos de afastamento da cena musical nacional. O retorno acontece na sequência dos vários pedidos feitos pelos fãs, que ao longo dos anos manifestaram o desejo de voltar a ver o grupo em actividade.
O anúncio foi feito durante a participação das integrantes no programa “Conexão”, da Rede Girassol, onde revelaram que já se encontram a trabalhar em novas músicas, aumentando a expectativa do público para esta nova fase.
Na ocasião, Cilana Manjenje, explicou que o regresso acontece com uma nova mentalidade e maior maturidade, sublinhando que o grupo está focado em não repetir erros do passado.
“Conseguimos deixar os nossos egose a nossa carreira a solo não predominarem esse momento, e atender os pedidos dos nossos fãs que, já tem sido recorrente e eu acho que de certas forma aqueles que desde sempre tiveram connosco mesmo estando paradas durante 8 anos, e até hoje continuam aí fiéis a nós”, disse.
O anúncio marca um momento especial tanto para o grupo, como para os seus admiradores, que aguardam com entusiasmo o reencontro com um dos grupos femininos mais marcantes da música angolana.
A artista angolana, Noite e Dia, abordou nesta terça-feira, 20 de Janeiro, sobre a importância da amizade e da união no meio artístico, ao recordar os laços criados ao longo da sua caminhada no mundo da música e os aprendizados adquiridos fora dos palcos e estúdios.
Foto: Reprodução (Zap Viva)
Numa publicação feita no seu perfil do Instagram, a cantora partilhou uma reflexão carregada de nostalgia e gratidão, lembrando os tempos em que a convivência entre colegas de profissão era marcada por cumplicidade, apoio mútuo e uma harmonia comparável a uma melodia perfeita. Segundo a artista, eram momentos em que a união se sentia de forma genuína, tanto nos bastidores como na vida pessoal.
“Como, a vida dá muitas voltas. E nessas voltas, fui levada por caminhos que jamais imaginei trilhar, cruzei fronteiras, percorri países e tive a honra imensa de representar Angola inúmeras vezes. Subi a palcos que ecoaram sonhos, ao lado de colegas extraordinárias, e vivi instantes raros, daqueles que não se apagam com o tempo, ficam eternizados na alma, houve um tempo em que a nossa união era melodia, bastava uma voz iniciar, e as outras vinham como coro, em perfeita sintonia, formando uma só canção, era cumplicidade, era entrega, era harmonia verdadeira. Hoje, confesso com o coração apertado, já não é tão fácil testemunhar isso, porque o mundo parece mais inclinado ao confronto do que ao entrelaçar das mãos”, escreveu.
Na ocasião, Noite e Dia reconheceu que, com o passar do tempo, nem sempre essa harmonia se mantém da mesma forma, sublinhando que hoje “já não é tão fácil testemunhar isso”, esse espírito de união no meio artístico.
A artista angolana, Flor de Raiz, falou recentemente em entrevista exclusiva concedida ao AngoRussia, que está prestes a lançar um novo tema do estilo de Kuduro, em colaboração com Dama Ludmila e Pedal King, que promete surpreender o público com uma sonoridade intensa e carregada de adrenalina.
Foto: Cedida
Na ocasião, Flor de Raiz afirmou que o próximo lançamento será “completamente Kuduro”, marcando uma fase ousada da sua carreira, ao sublinhar que se trata de um projecto diferente de tudo aquilo a que o público está habituado a ouvir da sua voz, mas fiel à essência energética do estilo urbano angolano.
“O que vem aí é mesmo uma bomba, algo que as pessoas não estão acostumadas a ouvir da Flor de Raiz, mas vai estar carregada de muita adrenalina. Vou rebentar, vou deixar cair o mercado, quem sabe que faz Kuduro se endireita, sentido silêncio, vou meter as soldadas a marcharem”, afirmou.
Vale ressaltar, que o título da música e o lançamento ainda não foram divulgados e a expectativa já cresce entre os fãs, ansiosos para ouvir mais uma demonstração da força e criatividade da artista no cenário musical angolano.
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A confissão surgiu num clima descontraído durante a entrevista com a apresentadora Alice Júlio. Bruna foi apanhada de surpresa com uma pergunta que arrancou um sorriso à artista. Ao ser questionada se alguma vez havia nutrido algum tipo de “crush” por figuras da música angolana, respondeu sem rodeios:
“Já tive bué de crushes: DJ Tafinha, Lil Saint, C4 Pedro também. O C4 era bem charmoso, com aquele andar”, disse, deixando no ar um misto de nostalgia e admiração.
O cantor angolano, Johnny Berry, atingiu neste sábado, 25 de Outubro, a marca de 1 milhão de seguidores no Instagram.
Visivelmente feliz, o artista partilhou a conquista com a sua base de fãs por meio de uma publicação feita na sua conta oficial do Instagram onde anunciou também o seu primeiro grande show.
“Do zero ao 1M, sem patrocínio, sem bots, só propósito, cada seguidor é uma história, cada curtida um passo. Obrigado por fazer parte disso comigo, vamos celebrar essa grande vitória no primeiro grande show de Johny Berry, contamos com a presença de todos vocês”, escreveu.
Com um estilo que mistura ritmos modernos e influências da música angolana, Johnny Berry tem vindo a conquistar cada vez mais espaço na cena musical nacional, destacando-se pela sua autenticidade.
Os últimos meses de 2025 têm sido de profunda introspeção para Lurdes Miranda.A artista enfrentou um dos períodos mais dolorosos da sua vida com a perda da bebé que esperava e da avó que tanto amava — duas presenças insubstituíveis que deixaram um vazio imenso no seu mundo pessoal e criativo. É, contudo, desse mesmo lugar de vulnerabilidade e fé que nasce o seu novo single, “Dor”, lançado nesta sexta-feira, 24 de outubro, em todas as plataformas digitais.
A música é um retrato cru e honesto da perda e do amor. Inspirada pela partida da filha Shaniqua Maria e pela memória da avó Maria, a canção revela uma Lurdes Miranda mais íntima e transparente do que nunca, transformando o sofrimento em expressão artística. “Nunca pensei que iria escrever uma música assim. Há dores que não se explicam, só se sentem. Cantar ‘Dor’ é a forma que encontrei de continuar a amar a minha filha, mesmo sem poder vê-la”, partilha a cantora com emoção.
Com produção de Mad Superstar & Lopera e a colaboração de Jhony Berry, “Dor” apresenta uma sonoridade suave e espiritual, marcada pela voz intensa e envolvente de Lurdes. É uma faixa que convida à escuta silenciosa, ao recolhimento e à reflexão sobre a força do amor — esse sentimento que sobrevive ao tempo, à distância e até à própria perda.
Mais do que um lançamento musical, “Dor” é uma confissão corajosa, uma partilha pública de um sentimento universal: o de perder e continuar a amar. Lurdes Miranda entrega-se por completo, sem artifícios, revelando que a verdadeira arte nasce da verdade e da alma.
Nascida em Luanda e atualmente a viver em Lisboa, Lurdes tem conquistado espaço na nova cena lusófona pela sua autenticidade e profundidade emocional. Em “Dor”, confirma-se como uma das vozes mais sensíveis e espirituais da sua geração — uma artista que faz da dor um hino à vida e ao amor que permanece.
O seu contributo destacou a importância de unir a fé, os valores humanos e a resiliência ao percurso empreendedor, reforçando a ideia de que o sucesso profissional também depende do equilíbrio pessoal e espiritual.
Num encontro voltado para a partilha de experiências e para a inspiração de novas gerações de líderes, a participação de Nair Nany enfatizou que a jornada empresarial não se constrói apenas com estratégias de mercado, mas também com autenticidade, propósito e conexão interior.
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