O artista angolano C4 Pedro, partilhou uma sequência de registos marcantes do início da sua carreira, ao revelar os bastidores de uma trajectória construída com sacrifício e persistência.
Foto: Reprodução Instagram/ C4 Pedro
Conhecido por uma carreira sólida e de grande impacto na música angolana, C4 Pedro surpreendeu os seguidores ao publicar imagens antigas que retratam os primeiros passos da sua caminhada artística.
As fotografias evidenciam a evolução do cantor ao longo dos anos, e destacam um percurso feito com dedicação, resiliência e trabalho contínuo no panorama musical.
“Só eu sei o meu alívio”, desabafo o artista sobre os desafios que enfrentou ao longo da sua trajectória, ao reforça a ideia de que apenas o próprio conhece, em profundidade, os sacrifícios feitos até alcançar o reconhecimento.
O rapper luso-moçambicano Plutónio foi distinguido com o prémio de Melhor Artista Masculino na edição de 2026 dos PLAY – Prémios da Música Portuguesa, cuja cerimónia decorreu no Coliseu dos Recreios.
A vitória reforça a posição do artista como uma das principais referências da música urbana lusófona, superando, nomes como Slow J, Buba Espinho e Pipillon, também nomeados na mesma categoria
Com uma carreira consolidada pela fusão de “rap”, R&B e influências afro, plutónio tem afirmado essa posição por meio de uma forte ligação ao público e de atuações ao vivo de grande impacto. Ao longo do último ano, destacou-se em palcos de relevo, com concertos esgotados e participações em festivais de grande dimensão
Este reconhecimento surge como mais um marco no percurso do artista, confirmando a sua relevância no panorama musical atual.
O rapper angolano Kelson Most Wanted, voltou a gerar debate nas redes sociais após declarações feitas numa entrevista ao programa “GozaTV”, nesta quinta-feira, 23 de Abril.
Foto: AngoRussia/Diakesse Pedro
Durante a conversa, o artista deixou claro que as suas músicas não foram feitas para o público infantil e que não recomenda o consumo por menores de 16 anos.
“As crianças consomem muito as minhas músicas. Eu não faço músicas para crianças e não recomendo para menores de 16 anos, elas contém conteúdos inapropriados para elas, por conta disso, censuro muito as músicas”, afirmou o rapper.
As declarações rapidamente começaram a circular nas plataformas digitais, reacendendo discussões sobre o impacto e a responsabilidade do conteúdo musical consumido pelo público mais jovem.
O cantor C4 Pedro e a modelo Sharam Diniz, destacaram-se nesta quinta-feira, 23 de Abril, pela elegância e cumplicidade ao marcarem presença nos “Prémios Play”, um dos eventos mais prestigiados da música em Portugal.
Foto: IG/C4 Pedro
Com uma entrada marcante, C4 Pedro e Sharam Diniz, conquistaram atenção, elogios do público presente e da imprensa, provando mais uma vez que estilo e presença caminham lado a lado em grandes ocasiões.
Nas redes sociais, o músico partilhou o momento com entusiasmo, e agradeceu pela nomeação e pela oportunidade de levar o nome do país além-fronteiras.
“E foi desta forma que fomos representar Angola nos Prémios Play. Gratidão pela nomeação.”
A presença do casal tornou-se um dos pontos altos do evento, consolidando-os como referências de estilo e influência no universo lusófono.
Os Calema e o rapper Plutónio estiveram em destaque nesta quinta-feira, 23 de Abril, ao conquistarem os cobiçados troféus da 8.ª edição dos “Prémios Play”, realizada no Coliseu dos Recreios, em Portugal.
Numa noite marcada por expectativas e alguma incerteza, a gala reuniu 14 categorias e 54 nomeados. Os irmãos Fradique e António Mendes Ferreira, conhecidos artisticamente como “Calema”, voltaram a fazer história ao vencer, pelo 4.º ano consecutivo, o prémio de “Melhor Grupo”, consolidando o seu impacto no panorama musical lusófono.
Já o artista luso-moçambicano Plutónio destacou-se ao arrecadar o galardão de “Melhor Artista Masculino”, superando nomes de peso da música portuguesa.
A vitória reforça o estatuto do rapper como uma das principais referências da música urbana lusófona na actualidade, numa categoria em que competia com artistas como Slow J, Buba Espinho e Pipillon.
A cantora Yola Semedo, emocionou-se ao partilhar memórias íntimas sobre sua ligação com a colega de profissão e amiga Pérola, ao destacar o papel fundamental que a artista teve no início da sua carreira e marcou profundamente a sua vida.
Durante a sua participação no programa ¨Janela Aberta¨, exibido pela Televisão Pública de Angola (TPA), Yola Semedo revisitou momentos marcantes da sua trajectória, marcado por apoio, acolhimento e uma forte conexão humana que encontrou fora de casa.
Visivelmente emocionada, a cantora recordou os primeiros passos na sua carreira a solo, e destacou que, num momento crucial, encontrou em Pérola não apenas uma colega de profissão, mas um verdadeiro suporte.
“Não posso chama-la pelo nome verdadeiro que ela tem, muito antes de ser a nossa Pérola, há um carinho que eu já mais vou conseguir pagar totalmente a Pérola. Porque comecei a minha carreia a solo, eu fui recebida pela tia Imaculada que é a mãe da Pérola, na África do Sul, fiquei com elas, a tia abriu-me o lar dela, deixou-me conviver com as filhas como se eu fosse parte da família. Eu dormi durante muitas noites no quarto da Jandira ¨Pérola¨, a conversar durante muito tempo, ela na cama dela e eu na minha“, começou por contar Yola.
A artista, destacou ainda a gratidão eterna que sente por esse gesto de amor e acolhimento ao sublinhar que a relação vai além da música.
“Jandira é uma irmã para mim e só de falar dá-me vontade de chorar, e todas as vezes que encontro a tia Imaculada, é um carinho muito grande, é uma leveza na alma que eu sinto, porque conseguimos sentir isso, o tipo de pessoa esse lado humano e energia. Eu estarei eternamente grata“, disse.
O cantor angolano 3Finer, colocou fim às especulações sobre um possível afastamento com o músico e produtor Gerilson Insrael, ao abordar o tema durante uma recente entrevista, ao programa “Conexação”.
Foto: reprodução/facebook
Questionado sobre os rumores de uma relação “beliscada” após a sua saída e início da carreira a solo, 3Finer foi claro ao afirmar que qualquer eventual desentendimento deve permanecer no âmbito privado.
“Qualquer conflito, para mim, fica entre nós. É interno. Entrámos no mercado como pai e filho e assim deve continuar para o público”, começou por dizer o cantor.
O artista destacou ainda a forte ligação construída ao longo da sua trajectória, e reforçou que, independentemente das mudanças profissionais, o respeito e a admiração permanecem intactos.
“Sim, está tudo bem. Ele será sempre como um pai para mim, independentemente de qualquer coisa.”
O rapper Altifridi marca um novo capítulo na sua carreira com o lançamento de “Kiteke”, seu álbum de estreia que combina maturidade artística e colaborações de peso, reunindo nomes influentes da música lusófona como Yiri da Cunha, Carla Prata, Deezy e Paulelson, que traz uma diversidade sonora e ampliando o alcance do álbum.
Altifridi apresenta um trabalho que reflete evolução e maturidade, com uma estética cuidada e simbólica desde a capa até à construção musical.
@IG
O projecto marca uma nova fase no percurso do artista, sendo resultado de anos de dedicação, consistência e crescimento no panorama do hip hop nacional, onde tem vindo a afirmar-se de forma progressiva.
Fiel à sua identidade artística, Altifridi apresenta um trabalho que reflete evolução e maturidade, com uma estética cuidada e simbólica desde a capa até à construção musical.
O artista revelou ainda que o álbum será apresentado ao vivo em Lisboa, e reforça a sua ambição de conquistar novos públicos além-fronteiras.
A cantora Maya Zuda, respondeu de forma contundente às recentes declarações de Ny Silva, que afirmou que “99% dos artistas angolanos são falsos e não originais.
Foto: DR
O debate sobre autenticidade na música angolana ganhou força após a entrevista de Ny Silva ao programa ZAP News, onde o artista não poupou críticas à classe, ao chegar de mencionar nomes como Anderson Mário e C4 Pedro.
As declarações dividiram opiniões nas redes sociais, que gerou uma onda de reações entre fãs e profissionais do sector. Entre elas, destacou-se a posição de Maya Zuda.
“Ingenuidade faz você acreditar em músicos angolanos”, escreveu a artista no comentário de uma publicação.
A resposta da artista intensificou ainda mais a polémica, que levantou discussões sobre originalidade, influência e credibilidade no panorama musical nacional.
O cantor angolano Anselmo Ralph revelou um dos momentos mais delicados da sua vida pessoal durante uma entrevista ao programa Júlia, emitido a 9 de abril, na SIC.
Em conversa emotiva, o artista contou que, em 2023, a sua esposa enfrentou uma infeção grave de Malária, que evoluiu de forma crítica, levando à falência de cinco órgãos. O quadro clínico foi considerado extremamente grave, colocando a família perante um cenário de incerteza e medo.
Anselmo Ralph recordou que, perante a gravidade da situação, os médicos chegaram a aconselhá-lo a preparar-se para o pior, incluindo a possibilidade de uma despedida. Ainda assim, o cantor optou por gerir a dor de forma reservada, protegendo os filhos ao não revelar a real dimensão do estado de saúde da mãe.
O testemunho expõe um lado mais íntimo do artista, marcado pela resiliência e pela força emocional num dos períodos mais difíceis da sua vida, reforçando a importância da família e da esperança mesmo diante de circunstâncias extremas.
O rapper Prodígio lançou esta sexta-feira, 03 de Abril, o seu mais recente álbum, ‘A Última Ceia do Bandido’, em todas as plataformas digitais, marcando o seu regresso aos álbuns após mais de três anos.
Segundo uma nota enviada à Revista Pitxos E Pitxas Lifestyle, o álbum, que conta com a participação de sete artistas de diferentes nacionalidades, foi apresentado num mini-concerto na segunda-feira, 30 de Março, em Lisboa, Portugal.
“Este álbum representa tudo aquilo que eu aprendi ao longo da minha carreira, todas as experiências, a minha própria cruz, neste caso o meu karma, o peso que tenho carregado e todas as minhas responsabilidades, incluindo as pessoas que dependem de mim de alguma forma. É, portanto, um álbum muito especial, que reflecte todos os anos do Prodígio”, considera o rapper.
O título ‘A Última Ceia do Bandido’ utiliza uma linguagem de inspiração religiosa, mas sem qualquer conotação de fé. “Foi gravado quase como se fosse o último álbum. Com as guerras e as constantes transformações que ocorrem no mundo quase diariamente, o amanhã é incerto e cheio de dúvidas. Que certezas temos sobre o amanhã? Gravei este álbum precisamente como se fosse o último. Contudo, representa a consagração: não de um fim, mas de um percurso que transformou rótulos em essência, e cicatrizes em força”, afirma o rapper.
O álbum conta com 12 temas e inclui as participações de artistas de várias nacionalidades, estilos e géneros musicais, como Valete, Slow J, T-Rex, Bispo, G-Son, Anna Joyce e Yuri da Cunha, com quem interpreta o tema que dá título ao álbum, reforçando o carácter inclusivo, transversal e versátil do projecto.
“Após ter ficado praticamente um ano sem lançar música, o que não é comum para mim, pois gravo muito e encaro o estúdio como escritório, gravei as músicas deste álbum com uma vontade que talvez já não sentia há muito tempo, e com a participação de artistas que admiro bastante, pelos seus trabalhos e enquanto pessoas”, concluiu Prodígio.
Osvaldo Moniz, mais conhecido pelo nome artístico Prodígio, é rapper angolano com mais de 20 anos de carreira. Nascido em Angola, Prodígio emigrou para Portugal jovem, ficando na companhia da irmã e do irmão mais velho, esse que lhe despertou o gosto pelo hip-hop.
A sua carreira começou a ganhar visibilidade com o lançamento da mixtape “O Alquimista” em 2011, juntamente com o início da Força Suprema, um dos mais influentes e emblemáticos grupos de hip-hop da lusofonia. Em 2025, assinou com Universal Music Portugal. No último domingo de novembro do mesmo ano, essa nova etapa ficou marcada pelo lançamento de um dos seus projetos mais notórios dos últimos anos: o single “A Salvação” com Valete.
Mais um fim de semana chega e, com ele, uma agenda cultural vibrante que promete conquistar os amantes das artes em Luanda. Entre o teatro e a música, a cidade oferece opções para todos os gostos, com propostas que cruzam reflexão, entretenimento e homenagem.
Esta sexta-feira, a partir das 18:00, o “ELA-ESPAÇO LUANDA ARTE” apresenta a exposição individual de Francisco Vidal dos Santos com o título “Africa Industrial Revolution”.
Nos dias 10, 11 e 12 de abril, a Casa das Artes, localizada em Talatona, recebe a emblemática peça teatral “Monólogos da Vagina”, de Eve Enseler, numa produção assinada pela Buco Produções. O espectáculo sobe ao palco na sexta-feira e no sábado às 20h30, enquanto no domingo a sessão está marcada para às 19h30. Reconhecida mundialmente, a obra revisita temas ligados à vivência feminina, num formato íntimo e provocador que convida à reflexão.
Ainda no sábado, 11 de abril, o teatro continua em destaque com a exibição da peça “Ela Me Enlouquece”, inserida na rubrica “Teatro para Todos”. A apresentação acontece no espaço Wyza Anfiteatro da Fundação Arte e Cultura, a partir das 19h, reforçando o compromisso com a democratização do acesso às artes cénicas e a valorização de produções locais.
Para encerrar o fim de semana em grande, o domingo reserva um momento especial de celebração e memória. O evento “Domingo à Nossa Maneira”, no Prova d’Art – Miramar, a partir das 16h, presta homenagem a Jacques Arlindo dos Santos. A programação contará com o concerto da Banda Maravilha, prometendo uma tarde marcada pela música, nostalgia e convívio.
Entre palcos e melodias, Luanda reafirma-se como um epicentro cultural dinâmico, onde cada fim de semana é uma nova oportunidade para mergulhar na arte e celebrar a criatividade.
PITXOS & PITXAS –
Portal de noticias online
Trazer as pessoas todas as novidades sobre os mais diversos tema, prezamos a veracidade de factos bem como a originalidade dos nosso conteúdos.