
A primeira temporada começará dia 1 de março e contará com 30 participantes. A cantora angolana assumirá um papel de destaque na condução do programa, que promete fortes emoções.

A primeira temporada começará dia 1 de março e contará com 30 participantes. A cantora angolana assumirá um papel de destaque na condução do programa, que promete fortes emoções.

A digressão aposta num formato dinâmico, em que ambos alternam canções ao longo de um único alinhamento, criando uma experiência fluida e nostálgica para o público. A iniciativa percorre 57 cidades na Europa, no Reino Unido e na América do Norte, com início marcado para abril de 2026 e término previsto para agosto do mesmo ano.
A pré-venda de bilhetes já está disponível para fãs registados, enquanto a venda geral arranca no final da semana. Os ingressos oficiais serão comercializados pela Live Nation e parceiros autorizados, como a Ticketmaster, estando também previstos pacotes VIP e sessões de meet & greet em cidades selecionadas.

O artista desembarca no país para uma sequência de apresentações durante o período carnavalesco, com show confirmado no Nosso Camarote, na Marquês de Sapucaí, um dos espaços mais disputados da festa. A escolha do Carnaval brasileiro não é casual: ao fechar um ciclo nos palcos nova-iorquinos e emendar uma turnê carnavalesca, Ne-Yo reforça o evento como parte ativa do circuito internacional de grandes artistas.
A rota brasileira inclui Bahia, Recife e Rio de Janeiro, atravessando diferentes expressões culturais do Carnaval e evidenciando a diversidade musical e a força do entretenimento nacional. A presença de um artista desse calibre contribui para ampliar o alcance global da festa, que já ultrapassa o rótulo de celebração popular para se afirmar como um verdadeiro hub de experiências culturais, musicais e turísticas.
Com nomes internacionais cada vez mais frequentes nos palcos e camarotes, o Carnaval do Rio reafirma o seu estatuto como um dos maiores e mais influentes eventos do calendário mundial, onde tradição, espetáculo e indústria criativa caminham lado a lado.
O cantor angolano Edgar Domingos surpreendeu os seus fãs e seguidores, nesta sexta-feira, 30 de Janeiro, com o lançamento do single “Camisa 10”, que marca a estreia oficial do EP “Easy Seasons 2”, cuja chegada ao mercado está prevista para o mês de Fevereiro.

Foto: Instagram/Edgar Domingos
O novo trabalho discográfico é lançado sob a chancela da Empire Records, uma das maiores editoras independentes multinacionais da actualidade, passo que reforça a crescente projecção internacional do artista e confirma a sua evolução artística ao longo dos últimos anos no panorama musical.
Com “Easy Seasons 2”, Edgar Domingos promete consolidar ainda mais a sua identidade musical, apostando numa sonoridade mais madura, refinada e alinhada com os padrões do mercado global. O projecto surge envolto em grande expectativa por parte do público, que aguarda com ansiedade os próximos lançamentos desta nova fase da carreira do artista.
A artista angolana Nair Nany, celebrou com emoção nesta quinta-feira, 29 de Janeiro, a distinção na categoria ‘Destaque Internacional da Gala Angola 35 Graus’, tendo rejeitado a ideia de sucesso baseada apenas em mérito humano ao afirmar que a premiação representa um milagre sustentado pela fé.

@IG: Nair Nany
Oportunamente, Nair destacou que o prémio vai além do reconhecimento profissional, palco e projecção mediática, mas sim de um propósito espiritual.
“Os homens chamam de sucesso, atribuem os prémios ao esforço, dedicação, sabedoria e conhecimento. Mas eu não sou um sucesso, porque o sucesso pode ser explicado, eu sou um milagre e milagre só Deus pode fazer. Este prémio não vem do palco, vem do céu, não sou um nome em Destaque Nacional ou Internacional, sou um instrumento do Reino”, escreveu.
Importa salientar, que a Gala Angola 35 Graus, reconheceu em Nair Nany uma figura de inspiração, cuja trajectória se destaca pela mensagem de fé, propósito e valores humanos.
O rapper angolano Extremo Signo, acaba de lançar “Dominó”, um novo single que reafirma, com força total, a sua identidade lírica e técnica no rap. A faixa que conta com participações de peso de Ozono, Lutuima e Kletuz, apresenta um autêntico desfile de punchlines, skills afiadas e uma energia competitiva que já se tornou marca registada do artista.

Foto: Reprodução Instagram (Extremo Signo)
Os artistas Ozono e Lutuima, entram com versos agressivos e densos, que eleva o nível lírico da música, enquanto Kletuz acrescenta uma abordagem mais melódica, e explora as suas capacidades vocais e criando um contraste que equilibra a intensidade do som.
“Dominó”, destaca-se também pela forma como os versos se encadeiam de maneira fluida e contínua, remetendo directamente ao conceito do título. O instrumental serve como uma base sólida para que cada artista demonstre versatilidade, confiança e domínio do microfone, mantendo sempre a coesão da faixa.
A recepção do público tem sido claramente positiva. Nas redes sociais e plataformas digitais, os fãs elogiam a força das barras, a química entre os participantes e a escolha estratégica das colaborações. Para quem acompanha o percurso de Extremo Signo, o single surge como mais uma prova da sua consistência artística e da capacidade de se reinventar sem perder autenticidade.
Com “Dominó”, Extremo Signo consolida a sua posição no jogo, e entrega um tema pensado para os apreciadores de rap técnico, competitivo e bem executado, uma jogada certeira num dominó que continua a cair a seu favor.
O rapper Valete, fez uma confissão marcante sobre os bastidores da sua trajectória musical, ao afirmar que a sua carreira no Rap poderia nunca ter existido sem a influência directa e o apoio de Sam The Kid.

@IG
Durante a sua passagem pelo programa “Dona da Casa”, Valete abriu o jogo sobre a importância determinante de Sam The Kid, na construção do seu percurso artístico, ao destacar o papel crucial que o produtor teve num momento em que o panorama do hip hop português ainda era restrito em termos de acesso a instrumentais de alto nível.
“Praticamente o único gajo de alto nível que oferecia beats era o Sam The Kid. Eu tinha acesso a todos os beats do Sam. Naquela altura não havia competição”, revelou o rapper, ao sublinhar que essa vantagem foi decisiva para o impacto do seu primeiro grande projecto.
Valete, foi ainda mais longe ao admitir que o sucesso do seu disco está directamente ligado às produções assinadas por Sam The Kid. Segundo o artista, as faixas que mais se destacaram e “rebentaram” junto do público foram precisamente aquelas produzidas pelo consagrado beatmaker.
“Se não fosse o Sam The Kid, provavelmente eu não estaria a fazer música”, confessou, ao acrescentar que, sem esses instrumentais, o álbum poderia ter sido um fracasso comercial.
Nesse cenário, o rapper acredita que teria seguido outro caminho profissional, concretamente o jornalismo desportivo, área que também despertava o seu interesse na altura.
A produtora Sold Out Skwadd (SOS), liderada pelo rapper luso-angolano Deezy, anunciou nesta sexta-feira, 23 de Janeiro, o lançamento do documentário “Regra do Jogo”, uma produção dedicada a homenagear o falecido kudurista Mano Chaba, prometendo revelar, pela primeira vez de forma aprofundada, a sua história de vida e trajectória artística.

Foto: Instagram (Mano Chaba)
O anúncio foi feito através de uma publicação colaborativa na plataforma Instagram, assinada por Deezy, Rafael Beats, Ailé dos Santos, Jaime António e pelo perfil oficial de Mano Chaba. Na nota, foi confirmado que o documentário tem a estreia marcada para o dia 22 de Fevereiro.
“Este não é apenas um documentário. É a história que nunca foi contada por completo, não são só imagens, são escolhas que mudaram um caminho e desafiaram a regra do jogo. Aqui está o meu trajecto, os momentos que marcaram a minha carreira e as pessoas que ajudaram a eternizar a minha arte. Mesmo não estando entre os vivos, a minha voz continua, ainda há verdades por revelar e imagens que vão mudar a forma como tudo foi visto”, escreveu
Segundo a produtora, “A Regra do Jogo” vai retratar escolhas, desafios e momentos decisivos que marcaram o percurso pessoal e profissional de Mano Chaba, desde os primeiros passos na música até à sua morte prematura, oferecendo ao público uma visão mais íntima e humana do artista.
A cantora angolana, Pérola, destacou nesta quarta-feira, 21 de Janeiro, o talento, a dedicação e o percurso inspirador de Vanda Pedro, numa demonstração de admiração e reconhecimento.

foto: reprodução/ IG
Por meio de um story publicado na sua conta oficial do Instagram, Pérola partilhou uma publicação que enaltecia o profissionalismo de Vanda Pedro, bem como a sua evolução ao longo dos anos, sublinhando o impacto positivo do seu trabalho ao longo de duas décadas.
“Ela é diferente e faz a diferença há 20 anos, ela é a Vanda Pedro”, escreveu
O gesto de Pérola reforça a importância de valorizar, em vida, figuras que têm contribuído de forma significativa para o crescimento e profissionalização de diferentes áreas em Angola.

Durante a sua participação no programa Grandes Manhãs, Anderson explicou que a gravação estava agendada para 21 de janeiro de 2025, mas o encontro nunca chegou a acontecer. Poucas horas antes do momento combinado, Mano Chaba faleceu, apanhando todos de surpresa.
Emocionalmente abalado, Anderson Mário confessou que não teve forças para dar continuidade ao projeto naquele dia. Mais tarde, quando decidiu avançar com a música, foi obrigado a reescrever a sua parte, uma vez que a letra original tinha sido pensada para ser interpretada com Mano Chaba ainda vivo.

A revelação revisitou não só a proximidade artística entre os dois, mas também o impacto profundo que a perda do cantor teve no processo criativo de Anderson, transformando “Atrás do Ouro” numa obra carregada de memória, dor e homenagem.
O grupo musical feminino “Africanas”, anunciou, nesta segunda-feira, 19 de Janeiro, o seu regresso oficial aos palcos, após oito anos de afastamento da cena musical nacional. O retorno acontece na sequência dos vários pedidos feitos pelos fãs, que ao longo dos anos manifestaram o desejo de voltar a ver o grupo em actividade.

Foto/Instagram/Cilana Manjenje
O anúncio foi feito durante a participação das integrantes no programa “Conexão”, da Rede Girassol, onde revelaram que já se encontram a trabalhar em novas músicas, aumentando a expectativa do público para esta nova fase.
Na ocasião, Cilana Manjenje, explicou que o regresso acontece com uma nova mentalidade e maior maturidade, sublinhando que o grupo está focado em não repetir erros do passado.
“Conseguimos deixar os nossos egos e a nossa carreira a solo não predominarem esse momento, e atender os pedidos dos nossos fãs que, já tem sido recorrente e eu acho que de certas forma aqueles que desde sempre tiveram connosco mesmo estando paradas durante 8 anos, e até hoje continuam aí fiéis a nós”, disse.
O anúncio marca um momento especial tanto para o grupo, como para os seus admiradores, que aguardam com entusiasmo o reencontro com um dos grupos femininos mais marcantes da música angolana.
A artista angolana, Noite e Dia, abordou nesta terça-feira, 20 de Janeiro, sobre a importância da amizade e da união no meio artístico, ao recordar os laços criados ao longo da sua caminhada no mundo da música e os aprendizados adquiridos fora dos palcos e estúdios.

Foto: Reprodução (Zap Viva)
Numa publicação feita no seu perfil do Instagram, a cantora partilhou uma reflexão carregada de nostalgia e gratidão, lembrando os tempos em que a convivência entre colegas de profissão era marcada por cumplicidade, apoio mútuo e uma harmonia comparável a uma melodia perfeita. Segundo a artista, eram momentos em que a união se sentia de forma genuína, tanto nos bastidores como na vida pessoal.
“Como, a vida dá muitas voltas. E nessas voltas, fui levada por caminhos que jamais imaginei trilhar, cruzei fronteiras, percorri países e tive a honra imensa de representar Angola inúmeras vezes. Subi a palcos que ecoaram sonhos, ao lado de colegas extraordinárias, e vivi instantes raros, daqueles que não se apagam com o tempo, ficam eternizados na alma, houve um tempo em que a nossa união era melodia, bastava uma voz iniciar, e as outras vinham como coro, em perfeita sintonia, formando uma só canção, era cumplicidade, era entrega, era harmonia verdadeira. Hoje, confesso com o coração apertado, já não é tão fácil testemunhar isso, porque o mundo parece mais inclinado ao confronto do que ao entrelaçar das mãos”, escreveu.
Na ocasião, Noite e Dia reconheceu que, com o passar do tempo, nem sempre essa harmonia se mantém da mesma forma, sublinhando que hoje “já não é tão fácil testemunhar isso”, esse espírito de união no meio artístico.