A cidade de Genebra voltou a afirmar-se como o epicentro da alta-relojoaria mundial durante mais uma edição da prestigiada Watches & Wonders. O evento, que reúne as maiores casas de moda, joalharia e relojoaria, apresentou ao público criações que vão muito além da medição do tempo verdadeiras obras de arte.
Entre os destaques, a Chanel surpreendeu com um relógio cravejado com mais de 600 diamantes, numa peça que combina sofisticação extrema e savoir-faire técnico. Já a Gucci apostou na cor e na ousadia, com modelos adornados por safiras multicoloridas em degradê arco-íris, reforçando a tendência de peças que misturam joalharia e design contemporâneo.
Outro momento marcante foi protagonizado pela Rolex, que celebrou o centenário de um dos seus modelos mais icónicos, reafirmando o seu legado de precisão e elegância que atravessa gerações.
Para além das apresentações oficiais, a cidade foi palco de eventos paralelos exclusivos, onde outras marcas aproveitaram o clima efervescente para revelar novidades e coleções inéditas. O encontro atraiu jornalistas, coleccionadores e entusiastas de todo o mundo, consolidando-se como a principal vitrine global do setor.
Mais do que tendências, a Watches & Wonders mostrou que a relojoaria continua a reinventar-se, unindo tradição, inovação e um luxo cada vez mais artístico onde cada segundo conta, mas também encanta.
O que poderia ter sido um momento constrangedor transformou-se numa demonstração de classe e confiança. Durante um desfile recente, a modelo latina Skar Marie tropeçou em plena passarela, surpreendendo o público presente.
Mas, longe de se deixar abalar, Skar Marie reagiu com impressionante profissionalismo. Com cabeça erguida, retirou os saltos e continuou o desfile descalça, mantendo a postura, a elegância e a confiança que definem uma verdadeira modelo.
A atitude foi rapidamente aplaudida por quem assistia, tanto no local quanto nas redes sociais. Muitos elogiaram a sua coragem, presença de espírito e autenticidade, destacando que momentos como este revelam mais do que qualquer desfile perfeito.
O episódio acabou por reforçar o nome de Skar Marie na indústria da moda, provando que, mais do que aparência, o verdadeiro brilho está na forma como se enfrenta os imprevistos.
Espalhados por várias províncias, os monumentos angolanos continuam a afirmar-se como verdadeiros pilares da memória colectiva, preservando marcas do período pré-colonial, colonial, da luta de libertação nacional e da construção do Estado independente. Mais do que estruturas físicas, estes espaços permitem compreender a trajectória histórica do país e reforçar o sentimento de identidade nacional.
De acordo com o Jornal de Angola Online, em Luanda destaca-se a Fortaleza de São Miguel, erguida em 1576 pelos portugueses. Durante séculos, desempenhou funções militares e administrativas, sendo hoje um dos principais símbolos históricos da capital e sede do Museu Nacional de História Militar. O espaço oferece um testemunho relevante da presença colonial e dos processos de resistência e transformação que marcaram Angola.
Outro marco emblemático é o Palácio de Ferro, exemplo singular da arquitectura metálica do século XIX. Apesar das incertezas em torno da sua origem — frequentemente associada à escola de Gustave Eiffel — o edifício destaca-se actualmente como símbolo da recuperação e valorização do património no centro da cidade.
Na província do Zaire, a histórica Mbanza Kongo ocupa um lugar central na memória africana e angolana. Antiga capital do Reino do Kongo, representa uma das mais importantes heranças políticas e culturais da África Central, tendo sido reconhecida como Património Mundial, o que reforça o seu valor enquanto espaço de identidade e memória.
Entre os vestígios do passado, sobressaem ainda as Ruínas de Massangano, associadas aos confrontos militares e à expansão colonial no interior do país. O local preserva estruturas defensivas e religiosas que revelam capítulos decisivos da história nacional.
Já no sul, o Cristo Rei do Lubango impõe-se como referência paisagística e espiritual, oferecendo uma vista privilegiada sobre a cidade. Em Benguela, a Fortaleza de São Filipe de Benguela relembra a importância estratégica da região durante o período colonial e o seu papel como entreposto comercial atlântico.
Especialistas sublinham que preservar estes monumentos vai muito além da conservação de edifícios antigos. Inspirando-se no conceito de “lugares de memória” do historiador Pierre Nora, defendem que estes espaços são fundamentais para proteger fontes históricas, valorizar identidades locais e incentivar o turismo cultural. Além disso, assumem um papel pedagógico relevante, aproximando as novas gerações dos acontecimentos que moldaram Angola.
Num contexto em que cresce o debate sobre património e cidadania, os monumentos angolanos mantêm-se como testemunhas silenciosas do passado e pontes essenciais para o futuro, lembrando que preservar a memória é, também, construir o caminho das próximas gerações.
O humorista Kotingo, voltou a dar que falar nas redes sociais ao partilhar uma comparação divertida e provocadora sobre relacionamentos à distância, que arrancou risadas e reflexões entre os seguidores.
Foto: Reprodução (Autor desconhecido)
Conhecido pelo seu humor directo e irreverente, Kotingo publicou uma frase que rapidamente viralizou.
“Relacionamento à distância é igualzinho à corrida de estafeta: as equipas são formadas por 4 pessoas”, lê-se na publicação feita no story do seu perfil do Instagram.
A metáfora, carregada de ironia, foi interpretada por muitos como uma crítica bem-humorada à falta de confiança e aos desafios enfrentados por casais que vivem longe um do outro.
O artista angolano C4 Pedro, partilhou uma sequência de registos marcantes do início da sua carreira, ao revelar os bastidores de uma trajectória construída com sacrifício e persistência.
Foto: Reprodução Instagram/ C4 Pedro
Conhecido por uma carreira sólida e de grande impacto na música angolana, C4 Pedro surpreendeu os seguidores ao publicar imagens antigas que retratam os primeiros passos da sua caminhada artística.
As fotografias evidenciam a evolução do cantor ao longo dos anos, e destacam um percurso feito com dedicação, resiliência e trabalho contínuo no panorama musical.
“Só eu sei o meu alívio”, desabafo o artista sobre os desafios que enfrentou ao longo da sua trajectória, ao reforça a ideia de que apenas o próprio conhece, em profundidade, os sacrifícios feitos até alcançar o reconhecimento.
O cantor e ator o seu Jorge foi oficialmente empossado como o primeiro embaixador do Museu Afro Brasil Manoel Araújo, numa cerimónia realizada na noite de 23 de abril, data que coincide com o Dia de São Jorge.
A distinção surge pouco tempo após o artista ter sido também reconhecido como embaixador da cultura brasileira, reforçando o seu papel na promoção da identidade e da riqueza cultural do Brasil além-fronteiras. Ao longo da sua carreira, Seu Jorge tem-se destacado por levar a música brasileira a palcos internacionais, incluindo uma recente digressão por países africanos e por importantes festivais europeus.
Dando continuidade a esta fase de afirmação, o artista prepara-se para subir ao palco do Clube Atlético Juventus, no próximo dia 9 de maio, onde irá apresentar ao vivo o seu mais recente trabalho discográfico, baile à la Baiana.
A nova nomeação consolida o percurso de Seu Jorge como uma das figuras mais influentes da cultura brasileira contemporânea.
O rapper luso-moçambicano Plutónio foi distinguido com o prémio de Melhor Artista Masculino na edição de 2026 dos PLAY – Prémios da Música Portuguesa, cuja cerimónia decorreu no Coliseu dos Recreios.
A vitória reforça a posição do artista como uma das principais referências da música urbana lusófona, superando, nomes como Slow J, Buba Espinho e Pipillon, também nomeados na mesma categoria
Com uma carreira consolidada pela fusão de “rap”, R&B e influências afro, plutónio tem afirmado essa posição por meio de uma forte ligação ao público e de atuações ao vivo de grande impacto. Ao longo do último ano, destacou-se em palcos de relevo, com concertos esgotados e participações em festivais de grande dimensão
Este reconhecimento surge como mais um marco no percurso do artista, confirmando a sua relevância no panorama musical atual.
A República da Guiné reafirma o seu compromisso com a promoção da leitura ao acolher a 18.ª edição do festival “72 Horas do Livro”, uma iniciativa que se consolidou como um dos mais emblemáticos símbolos culturais do país. Criado em 2019, o evento tem crescido de forma consistente, expandindo-se para além da capital, Conacri, e envolvendo também a região de Forecariah, numa dinâmica que reforça o seu alcance nacional.
De acordo com a Africanews, o festival decorre até 28 de abril, reunindo escritores, estudantes e apaixonados pela literatura num ambiente vibrante, marcado por debates, apresentações artísticas e iniciativas que celebram o poder transformador dos livros. Mais do que um simples encontro literário, trata-se de uma plataforma cultural em ascensão, que promove o diálogo, a criatividade e a valorização da identidade guineense.
Entre os momentos mais aguardados destaca-se o concurso Miss Literatura, que, ao longo dos últimos quatro anos, se tem afirmado como uma das principais atracções do evento. A competição distingue jovens mulheres não apenas pela estética, mas sobretudo pelo intelecto, criatividade e paixão pela leitura, uma abordagem que reforça o papel da mulher no universo cultural e académico.
Na edição deste ano, a coroa foi atribuída a Aïssatou Kamano, estudante de odontologia que destacou o desejo de incentivar outros jovens a descobrirem o prazer da leitura. Kadidjatou Barry e Mariama Camara ocuparam o segundo e terceiro lugares, respectivamente, evidenciando como a literatura pode influenciar positivamente o desenvolvimento pessoal e académico.
O reconhecimento internacional da Guiné neste domínio não é recente. O país foi distinguido pela UNESCO como Capital Mundial do Livro em 2017 e, desde 2025, integra a Rede de Cidades Criativas da UNESCO na área da Literatura — marcos que reforçam a sua posição no panorama cultural global.
Com uma programação diversificada e inclusiva, o “72 Horas do Livro” confirma-se, assim, como um verdadeiro catalisador cultural, onde a literatura deixa de ser apenas palavra escrita para se transformar numa experiência colectiva, viva e profundamente enraizada na identidade guineense.
A Pumangol foi distinguida pela terceira vez, com o Prémio de Responsabilidade Social Corporativa da Forbes África Lusófona, na quarta edição dos Prémios Forbes de Responsabilidade Social 2026. Este prémio reforça a posição da empresa como uma referência incontornável em cidadania empresarial e impacto social.
Este feito é um reconhecimento público das acções sociais silenciosamente realizadas pela Pumangol e todos os seus Parceiros. É o ecoar mais alto das expressões de gratidão dos beneficiários em acções que os impactam positiva e significativamente, renascer as suas experiências e sentirem-se integrados na sociedade.
O prémio reconhece o projeto SAS – Saúde Até Si, criado em 2014, que se tornou um marco social em Angola. A iniciativa beneficia mais de 2.000 pessoas por ano levando assistência médica e medicamentosa gratuita. As edições oferecem consultas e exames em diversas especialidades fundamentais para a saúde pública, incluindo clínica geral, pediatria, oftalmologia, estomatologia, ginecologia e nutrição, além de exames de diagnóstico e acompanhamento.
Recentemente, foram também implementadas cirurgias de alta complexidade nas acções de Saúde Até Si, uma oportunidade de diminuir o sofrimento de pacientes em lista de espera para cirurgias, fora do alcance de muitas comunidades e reforçando o carácter inovador e transformador do projeto.
Inclusão nas comunidades
Estas edições de SAS contam com o apoio do Clube dos Médicos, e outros parceiros que têm disponibilizado especialistas em várias áreas, e apoio logístico, respectivamente, o que garante qualidade e abrangência nos serviços prestados.
Com esta acção, a Pumangol ajuda a garantir que comunidades em zonas remotas tenham acesso a cuidados médicos de qualidade, reforçando o seu papel como referência de responsabilidade social corporativa e contribuindo para a melhoria da qualidade de vida das populações.
O reconhecimento da Forbes África Lusófona celebra não apenas o impacto do projeto SAS, mas também a visão da Pumangol de que o desenvolvimento sustentável só é possível quando empresas assumem o seu papel social de forma activa, voluntária e consistente. “Este prémio é mais do que um reconhecimento: é a prova de que o nosso compromisso com Angola vai além do negócio. O projeto SAS, Saúde Até Si é um símbolo da nossa missão de levar esperança, dignidade e cuidados médicos essenciais às comunidades. A responsabilidade social não é apenas parte da nossa estratégia, é parte da nossa identidade e da nossa essência”, disse Ivanilson Machado, Presidente da Comissão Executiva da Pumangol.
Num país onde a exigência e a reinvenção caminham lado a lado, Norberta Garcia destaca-se como uma das vozes mais firmes da nova geração de líderes angolanas. Entre decisões estratégicas de alto impacto e um compromisso genuíno com o desenvolvimento social, a empresária e CEO da BertaSilva constrói um percurso que alia visão, rigor e propósito dentro e fora do universo corporativo.
Com uma carreira consolidada em ambientes altamente exigentes como a Sonangol, Norberta Garcia reconhece que foi precisamente nesse contexto que moldou a líder que é hoje. “A minha trajetória foi construída em ambientes de alta exigência, onde a tomada de decisão estratégica era constante. Em momentos de negociação complexa, aprendi a importância do equilíbrio entre visão de longo prazo e execuções precisas”, afirma, em entrevista exclusiva à revista Chocolate Lifestyle, sublinhando que cada desafio reforçou a sua capacidade de liderança e visão estratégica.
Num universo onde a negociação de activos e a gestão de portfólio exigem decisões determinantes, a empresária revela que a gestão da pressão passa por método e preparação. “A pressão faz parte, mas é melhor gerida com planeamento, análise de dados e equipas fortes. Confio na comunicação clara e em decisões baseadas em factos, sempre com ética e responsabilidade”, explica.
Atenta ao contexto económico angolano, defende que o crescimento sustentável só é possível com uma abordagem equilibrada. “É essencial conjugar eficiência operacional, inovação e responsabilidade social. Precisamos de investir nas pessoas, fortalecer processos e adoptar uma visão que considere o impacto económico, social e ambiental”, sustenta.
Para além da executiva, existe uma mulher que gere múltiplos papéis com disciplina. “Equilibrar a vida profissional e pessoal exige foco, prioridades claras e uma rede de apoio sólida. Valorizo momentos de pausa e conexão com os meus valores, que me dão energia para continuar”, partilha, assumindo que o foco e a disciplina são a sua assinatura.
Num quotidiano urbano acelerado como o de Luanda, Norberta encontra no rigor organizacional o seu maior aliado. “A organização é fundamental. A minha gestão de tempo é inquestionável e cuido da minha saúde física e mental. Estabeleço rotinas e pausas estratégicas para manter a produtividade sem abdicar do bem-estar”, revela.
Foi precisamente essa consciência que a levou a ir além do mundo corporativo e fundar a Associação Vozes do Bairro. “Percebi que os meus conhecimentos podiam gerar impacto nas comunidades e promover inclusão social”, explica. Entre as experiências mais marcantes, destaca o desenvolvimento de jovens e famílias através de projectos comunitários, reforçando que “a liderança não é só sobre negócios, mas também sobre impacto positivo”.
Convicta do papel do empreendedorismo como motor de transformação, acredita que este pode mudar realidades em Angola. “Permite criar oportunidades, gerar emprego e fortalecer comunidades. A chave está em combinar inovação com sustentabilidade e inclusão social”, afirma.
Enquanto palestrante, sente que a mensagem que mais ressoa junto dos jovens passa pela acção. “Falo de resiliência, inovação e coragem para empreender. Partilhar experiências práticas inspira-os a agir com visão e propósito”, sublinha.
No que toca à liderança feminina, Norberta é clara: ainda há caminho a percorrer. “Precisamos de fortalecer redes de apoio, investir mais em formação e criar oportunidades concretas. É essencial desafiar estereótipos e mostrar que competência e visão não têm género”, defende.
Ao longo do percurso, também enfrentou dúvidas e desafios que a obrigaram a reajustar a rota. “Cada obstáculo ensinou-me a ser mais resiliente e a manter clareza no propósito. Digo sempre: nenhum passo meu é dado com o pé de ninguém. Eu sou a escritora da minha história”, afirma, numa declaração que resume a sua essência.
Fora do ambiente profissional, valoriza o equilíbrio e os momentos simples. “Dou importância à saúde, à família e aos amigos. As pausas são essenciais para reflectir e recarregar. Quando necessário, desacelero”, partilha.
Com os olhos postos no futuro, Norberta Garcia ambiciona deixar uma marca duradoura. “Quero um legado de liderança ética, inovação social e crescimento sustentável. Nas comunidades, desejo que os meus projectos continuem a promover inclusão, cidadania activa e desenvolvimento humano”, conclui.
No tapete vermelho da Time 100 Gala, a supermodelo Anok Yai provou que a moda vai muito além do vestir é, de facto, uma forma de arte. A modelo surgiu com um vestido escultural da colecção de alta-costura primavera 2026, captando todos os olhares e consolidando-se como um dos momentos mais marcantes da noite.
Com volumes arquitetónicos e um design que desafia as formas tradicionais, o look destacou-se pela sua ousadia e precisão artística. Mais do que uma peça de roupa, o vestido parecia uma verdadeira obra em movimento, onde cada detalhe reforçava a ideia de que a alta-costura continua a ser um espaço de experimentação e expressão criativa.
Num evento que celebra as figuras mais influentes do mundo, a escolha de Anok Yai não foi apenas estética, foi também uma afirmação poderosa sobre o papel da moda como linguagem cultural e artística.
Num mundo cada vez mais dominado por filtros, edições e criações digitais, uma criança brasileira tem chamado atenção justamente por parecer “linda demais para ser verdade”. Ágatha Vitória, conhecida nas redes sociais como a “Moana brasileira”, tornou-se um fenómeno viral graças à sua beleza marcante e traços que lembram a icónica Moana.
Com cabelos volumosos, pele iluminada e um sorriso cativante, Ágatha tem acumulado elogios por onde passa, seja nas redes sociais ou nas ruas. O impacto é tão grande que muitos internautas chegaram a acreditar que ela não era real, mas sim uma criação de inteligência artificial, um reflexo direto da era digital em que vivemos, onde rostos perfeitos já podem ser gerados por tecnologia.
Mas, ao contrário das suposições, Ágatha Vitória é bem real e é exactamente isso que tem fascinado o público. A sua aparência, considerada “quase cinematográfica”, desperta comparações constantes com personagens fictícias, ao mesmo tempo em que reforça a diversidade e a beleza natural brasileira.
O caso da pequena também levanta um debate importante: até que ponto a internet já nos condicionou a desconfiar do que é autêntico? Em tempos em que a inteligência artificial cria modelos, influenciadores e até celebridades virtuais?!
A judoca angolana Maria Segundo sagrou-se campeã africana na categoria de −48 kg, reforçando a posição de Angola no panorama continental da modalidade. A conquista aconteceu durante o African Judo Senior Championships Nairobi 2026, realizado no Quénia.
Na final, a atleta venceu a adversária Signoline Kanyamuneza, num combate marcado por elevada intensidade e rigor técnico. Com uma abordagem estratégica sólida, Maria Segundo demonstrou superioridade ao longo do confronto, garantindo o lugar mais alto do pódio.
Em representação do Grupo Desportivo Interclube, a judoca confirma o seu estatuto de destaque no judo africano, contribuindo para a afirmação de Angola entre as principais referências da modalidade no continente.
A vitória surge como reflexo do trabalho consistente da atleta e reforça o crescimento do judo angolano a nível internacional.
O mundo do atletismo viveu um momento inesquecível na Maratona de Londres. O queniano Sabastian Sawe entrou para a história ao vencer a prova com o tempo impressionante de 1h59min30, tornando-se o primeiro atleta a completar uma maratona oficial em menos de duas horas.
O feito não só garantiu a vitória como também estabeleceu um novo recorde mundial, superando a marca anterior de Kelvin Kiptum, que havia corrido em 2h00min35 na Maratona de Chicago 2023. A conquista de Sawe representa uma quebra simbólica e técnica de uma das maiores barreiras do atletismo.
O pódio foi totalmente dominado por atletas africanos, reforçando a supremacia do continente na modalidade. O etíope Yomif Kejelcha ficou em segundo lugar com 1h59min41, enquanto o ugandês Jacob Kiplimo garantiu o terceiro posto com 2h00min28.
Pela primeira vez na história, os três primeiros classificados correram abaixo do antigo recorde mundial, um feito inédito que eleva ainda mais o nível competitivo das maratonas e marca uma nova era no atletismo de elite.
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