
Bem-vindos a mais um capítulo da nossa rubrica “Destinos fora do mapa”, onde exploramos os cantos mais recônditos, fascinantes e preservados do planeta. Esta semana, no nosso 3.º lugar, navegamos pelas águas calmas e lípidas do Atlântico rumo a um tesouro da Lusofonia: o arquipélago de São Tomé e Príncipe.
Localizado no Golfo da Guiné, na costa ocidental de África, este pequeno e exuberante país é composto por duas ilhas principais e várias ilhotas paradisíacas. Apesar da sua beleza natural de cortar a respiração, São Tomé e Príncipe figura na lista dos destinos menos visitados de África e do mundo, acolhendo em média apenas 8.000 turistas por ano.
Desabitado até ao ano de 1470, o território tornou-se uma colónia portuguesa após a sua descoberta pelos navegadores João de Santarém e Pedro Escobar. Após séculos de história ligada ao cultivo do cacau e do café, o país conquistou a sua independência em julho de 1975, integrando hoje com orgulho a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Caminhar por São Tomé e Príncipe é fazer uma viagem no tempo. A sua marcante arquitetura colonial portuguesa contrasta harmoniosamente com a floresta densa que abraça o oceano. Para os amantes da natureza e da vida marinha, o arquipélago é um dos melhores pontos do Atlântico para a observação privilegiada de golfinhos e baleias durante as suas rotas migratórias.

Se procura um refúgio onde o ritmo de vida convida ao descanso, o famoso “leve-leve” são-tomense, águas cristalinas e uma recepção calorosa em língua portuguesa, São Tomé e Príncipe é o destino perfeito para a sua próxima grande aventura.





Segundo a tricologista Anabel Kingsley, manter o couro cabeludo limpo contribui para um ambiente favorável ao crescimento saudável dos fios. A dermatologista Neera Nathan acrescenta que a acumulação de oleosidade, suor e células mortas pode afectar a saúde do couro cabeludo.
A lavagem frequente também não faz o cabelo crescer mais depressa. Os fios encontrados no ralo durante o banho são, geralmente, cabelos que já se encontravam na fase de queda, podendo tornar-se mais visíveis quando se passa vários dias sem lavar a cabeça.

Para preservar a saúde capilar, as especialistas recomendam uma rotina de higiene adequada ao tipo de cabelo, a redução do uso excessivo de ferramentas de calor e a prevenção de penteados demasiado apertados, que podem danificar os fios e contribuir para a queda por tracção.


A nova operação insere-se na estratégia governamental de reforço da Cabotagem Norte, concebida para expandir a capacidade de transporte de passageiros e carga e aproximar a província de Cabinda ao restante território nacional. A embarcação, que chegou a Cabinda no passado dia 2 de Outubro sob forte entusiasmo popular, transportava já nessa ocasião passageiros provenientes de Luanda e mais de 500 toneladas de mercadorias diversas.
Com uma imponência de 93 metros de comprimento, o navio Tchiowa dispõe de capacidade para transportar simultaneamente até 430 passageiros, 640 toneladas de carga e 168 viaturas ligeiras, assumindo-se como um recurso estratégico para dinamizar as trocas comerciais e o turismo local na rota Cabinda-Soyo-Cabinda.
Nesta fase inicial, a linha marítima conta com duas frequências semanais com partidas fixadas às terças e quintas-feiras, estando prevista a subida do número de viagens consoante o fluxo de procura. O plano de operação contempla ainda a consolidação das ligações integradas entre Cabinda, Soyo e Luanda, com a perspetiva de se estender gradualmente a outras regiões costeiras do país.

Com a entrada em funcionamento do navio Tchiowa, abre-se um novo capítulo para o turismo interno e o comércio interprovincial, oferecendo aos viajantes uma alternativa segura, confortável e contemplativa para navegar pelas costas do Atlântico angolano.


Entre os artistas representados está o angolano António Gonga, que manifestou satisfação pela selecção de uma das suas esculturas, considerando a participação uma oportunidade de valorização do seu trabalho. O artista destacou ainda a importância do encontro entre criadores com diferentes origens e percursos, por permitir a partilha de experiências, perspectivas e abordagens à criação artística.
Segundo o curador Adriano Mixinge, a aproximação ao acervo surgiu da necessidade de realizar um inventário exaustivo das obras, de modo a conhecer melhor a colecção e avaliar o seu estado de conservação. A iniciativa assume, assim, uma dimensão que ultrapassa a exposição pública, contribuindo para a preservação do património artístico e para o conhecimento da história da instituição.
A diversidade da mostra foi igualmente destacada por Henriques Nunes, fundador do Banco Alimentar Contra a Fome em Angola, que salientou a presença de artistas cujo trabalho aprecia, entre os quais António Ole. Na sua leitura do mercado artístico nacional, apontou a repetição de fórmulas e a cópia de soluções criativas como questões que merecem reflexão. Já José Nascimento considerou a exposição um espaço de partilha e descoberta, capaz de despertar referências e estimular novas interpretações por parte dos visitantes.

O acervo integra artistas angolanos, portugueses, cabo-verdianos, alemães e argelinos, entre outras nacionalidades, e abrange pintura, gravura, fotografia, tecelagem, desenho, cerâmica e escultura. As obras recorrem a técnicas como acrílico, óleo, aguarela e serigrafia, revelando a pluralidade estética que caracteriza a colecção. Entre os nomes presentes encontram-se Ana Vidigal, Cargaleiro, Cruzeiro Seixas, Jorge Molder, José Guimarães, António Ole, Cristiano Mangovo, Edson Chagas, Francisco Vidal, Januário Jano, Paulo Kapela e António Gonga, entre outros criadores.
Ao revisitar parte do seu acervo, o Centro Cultural Português reafirma o valor da preservação e da circulação da arte como instrumentos de aproximação entre culturas. A “Colecção Camões Luanda 30 Anos” propõe, deste modo, um olhar sobre diferentes percursos artísticos e sobre o papel das instituições culturais na salvaguarda da memória, no incentivo à criação e na construção de pontes entre Angola e Portugal.

Esta contínua celebração do acervo contemporâneo e do talento emergente reflete a vitalidade das galerias e espaços culturais da capital, tal como acompanhámos no momento em que a Luanda Art Gallery se estreou no Maculusso com nove artistas para apostar na valorização da arte contemporânea, fortalecendo a circulação artística e a salvaguarda da memória cultural angolana.


A noiva Toni Norton tornou-se destaque nas redes sociais depois de surgir no seu casamento com um vestido justo ao corpo, de confecção artesanal e produção rara.
O vídeo que mostra a noiva com o look já ultrapassou os 12 milhões de visualizações em apenas uma rede social, gerando uma onda de comentários e elogios à sua beleza e ao vestido escolhido para o grande dia.
Com um design que valoriza a silhueta, a peça chamou a atenção pela sua elaboração manual e pelo resultado sofisticado, tornando-se um dos elementos mais comentados do casamento nas redes sociais.





Nagrelha e Mila Machado estão entre as figuras angolanas que perderam a vida para o cancro. A doença pode evoluir sem sintomas evidentes, enquanto determinados hábitos alimentares podem aumentar o risco de desenvolver alguns tumores.
O cancro continua a ser um dos grandes desafios da saúde pública. Da mama ao pulmão, do colo do útero ao intestino, existem diferentes tipos da doença, alguns dos quais podem desenvolver-se silenciosamente e ser identificados apenas numa fase avançada.

Em Angola, a morte de Nagrelha, vítima de cancro do pulmão em 2022, e de Mila Machado, influenciadora digital, maquilhadora e tatuadora que morreu após lutar contra a doença, voltou a chamar a atenção para o impacto do cancro na sociedade angolana.
No Brasil, Lua Blanco, actriz e cantora conhecida pelo seu trabalho na novela Rebelde, também tem sido associada a notícias sobre cancro. A informação sobre a sua alegada morte por esta doença, contudo, necessita de confirmação em fontes credíveis antes de ser publicada como facto.
Alimentação e prevenção

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 38% dos casos de cancro podem ser prevenidos através da redução dos factores de risco e da adopção de estratégias de prevenção baseadas em evidências.
Embora nenhum alimento isolado provoque necessariamente cancro, o consumo de carnes processadas, como salsichas, bacon, chouriço e fiambre, está associado a um maior risco de cancro colorrectal. O consumo excessivo de carne vermelha também merece moderação. O álcool aumenta o risco de vários tipos de cancro.

Uma alimentação rica em fruta, legumes, leguminosas e cereais integrais, aliada à actividade física e à redução do consumo de tabaco e álcool, pode contribuir para diminuir o risco.
A ausência de dor não significa ausência de doença. Alterações persistentes no organismo, perda de peso inexplicável, sangue nas fezes ou tosse prolongada devem ser avaliados por profissionais de saúde.
O diagnóstico precoce pode fazer a diferença, uma vez que muitos cancros têm maiores probabilidades de tratamento bem-sucedido quando identificados atempadamente.
A apresentadora angolana Henesse Cacoma partilhou, nesta terça-feira, 21 de Outubro, uma mensagem carregada de amor e ternura dedicada à filha, expressando o desejo que a filha cresça, mas continue a correr para o seu colo, que independentemente do crescimento e das experiências da vida, que continue a encontrar conforto nos braços da mãe.
No seu perfil do Instagram, Henesse Cacoma transmite o desejo de acompanhar cada etapa do crescimento da filha sem que a passagem do tempo apague o afeto a proximidade, cumplicidade e a segurança que o colo materno representa.
“Que a vida te faça crescer, mas que nunca te falte vontade de correr para os braços da mamã…
Boneca linda!”, escreveu. destacando o amor incondicional e o vínculo afectivo que mantém com a filha.
Visivelmente emocionada, com palavras simples, mas cheias de significado, Henesse Cacoma, destaca a importância do amor materno mesmo quando os filhos crescem e começam a conquistar o mundo, frisando que os braços de uma mãe continuam a ser um lugar de amor e acolhimento.
A influenciadora digital, empreendedora e embaixadora do turismo, Jessi Madalena, manifestou-se nesta terça-feira, 20 de Outubro, contra o colorismo e a tendência de comparar diferentes tons de pele no seio da comunidade negra, questionando a valorização da pele mais clara em detrimento da mais escura.
Ao abordar o tema num vídeo partilhado no Instagram, Jessi contestou a ideia de que ter a pele mais clara deva ser encarado como motivo de elogio, considerando que essa percepção alimenta padrões discriminatórios e pode reflectir uma rejeição das características associadas à identidade africana.
A influencer considerou ainda que expressões como “estás mais clara”, quando utilizadas como elogio, revelam uma mentalidade colorista que não faz sentido, defendendo que nenhuma tonalidade de pele deve ser vista como superior a outra.
“Nunca vou entender as pessoas negras principalmente, que ficam a comparar tom de pele, ‘a fulana é mais clara, a sicrana é mais escura’, assim é o quê? Quem é mais clara é menos africano e quem é menos claro é mais africano? Qual é o ponto? Quando dizem ‘fulana estás mais clara’, olham como elogio, porquê? Isto é um pensamento colorista e não faz sentido nenhum. Se vocês não querem ser africanos e estão a fazer de tudo para parecerem menos africanos, eu não tenho nada contra isso, só não fica do meu lado, desapareçam da minha a frente, por favor”, afirmou.
Jessi Madalena é reconhecida pelo trabalho de promoção do turismo, da gastronomia e das experiências culturais em Angola. Desde o início da sua actividade no digital, em 2020, tem partilhado experiências de viagens, visitas a restaurantes e descobertas de tradições locais, contribuindo para a divulgação de destinos e da cultura angolana.
A apresentadora angolana Patrícia Pacheco confortou a cantora gospel Mana Catila, que não conseguiu conter as lágrimas ao recordar a morte do pai, ocorrida no mês passado, durante a sua participação, nesta terça-feira, 20 de Outubro, ao programa Grandes Manhãs, da Zap Viva.
Perante o momento de emoção, Patrícia Pacheco partilhou a sua própria experiência de luto, revelando que também perdeu o pai há vários anos, mas as saudades continuam e deixou palavras de consolo à convidada, reconhecendo que a dor da perda permanece, mesmo com a passagem do tempo.
“Perdi o meu pai, já foi há alguns anos e agora quando estavas a me contar parece que foi ontem, é uma dor que não passa nunca, mas sabes o que é que eu faço? Eu penso muito em todos os momentos que eu vivi, em todos os ensinamentos que ele me deu e mais do que eu achar é ter certeza de que ele continua lá em cima e fica a olhar para mim… que dói, dói e é difícil? É. Também não precisas de ser forte ou fazer de conta que não está a te doer, porque está a te doer”, disse Patrícia.
Patrícia Pacheco aconselhou Mana Catila a não esconder a dor do luto, e manter-se firme para o evento que pretende realizar a 25 de Outubro, sublinhando a importância de acolher os próprios sentimentos e guardar as memórias de quem partiu.


