“Eu não quero normalidade.” A frase, dita por Jonathan Anderson antes do desfile masculino de outono 2026 da Dior, funciona como manifesto e ponto de partida para uma colecção que rejeita fórmulas previsíveis e celebra o estranho como linguagem criativa.
Embora a declaração na revista Vogue se referisse, num primeiro momento, às perucas selvagens idealizadas por Guido Palau, a postura anti-normalidade atravessou toda a apresentação. Anderson construiu uma verdadeira colagem de referências e elementos aparentemente díspares, reunidos num elenco de personagens que foge ao convencional, mas que se mantém surpreendentemente coeso.
O resultado foi uma colecção que equilibra conceito e desejo. As peças surgem carregadas de intenção artística, brincando com volumes, texturas e contrastes, ao mesmo tempo em que se mostram comercialmente persuasivas, um exercício claro de como a moda pode ser provocadora sem perder relevância no mercado.
No outono 2026 masculino da Dior, Jonathan Anderson reafirma a sua assinatura criativa: desafiar a ideia de normalidade e provar que, na moda contemporânea, é justamente o não óbvio que move o imaginário e dita o futuro.
O modelo angolano, Flávio Paulo Sampaio, foi detido nesta terça-feira, 20 de Janeiro, na cidade de São José do Rio Preto, no interior do estado de São Paulo, Brasil, por suspeita de tentativa de fraude ao programa social brasileiro Bolsa Família.
De acordo com informações divulgadas pelo portal “A Tarde”, a detenção ocorreu no momento em que o modelo saía de uma agência da Caixa Económica Federal, onde teria tentado efectuar saques utilizando documentação falsa.
Durante a abordagem, as autoridades encontraram em sua posse uma Carteira de Registro Nacional Migratório falsificada, emitida em nome de “Ali Tuama Malala”, supostamente de nacionalidade sudanesa, o que levantou suspeitas sobre a tentativa de obtenção indevida de benefícios sociais.
Importa salientar, que o caso está a ser investigado pelas autoridades brasileiras, que deverão apurar a origem dos documentos e as circunstâncias da alegada fraude.
A Miss Angola Internacional Nuria Machado dá um passo inovador na sua carreira ao estrear-se como artista musical, integrando o lançamento do tema “TOI”, um projeto da produtora angolana BlackVision que reúne várias vozes emergentes do panorama sonoro contemporâneo.
A faixa “TOI”, assinada pela Black Vision em colaboração com Nur (Nuria Machado) e Shalom Beatz, faz parte das últimas publicações da produtora e tem gerado reações nas redes sociais e plataformas digitais.
Nuria Machado, conhecida no meio dos concursos de beleza por representar Angola internacionalmente, acrescenta agora uma nova dimensão à sua carreira artística ao apostar na música, concretizando uma transição que muitos veem como uma expansão natural do seu talento e da sua presença cultural
Com este lançamento, Nuria Machado junta-se a uma nova geração de figuras públicas angolanas que cruzam moda, imagem e música, explorando diferentes vertentes artísticas e expandindo a influência cultural do país no cenário musical contemporâneo.
De acordo com um comunicado divulgado pela Fundação Valentino Garavani e Giancarlo Giammetti, o criador faleceu em paz, na sua residência, rodeado pelo carinho dos seus familiares e de pessoas próximas. A notícia representa o fim de uma era para a moda internacional e deixa um profundo vazio no universo do luxo e da elegância.
Ao longo de mais de cinco décadas de carreira, Valentino Garavani redefiniu padrões da alta-costura, sendo distinguido com inúmeros prémios e homenagens pelo seu contributo extraordinário à indústria da moda. Mesmo após a sua retirada oficial das passarelas, em 2008, o seu legado continuou a influenciar gerações de designers e a orientar a visão criativa da maison que fundou.
A morte de Valentino Garavani representa uma perda irreparável para o mundo da moda, mas o seu nome permanecerá eternizado como um dos maiores criadores de todos os tempos, símbolo de beleza, requinte e intemporalidade.
Presentear uma verdadeira fashionista nunca é tarefa fácil. Exigentes, atentas às tendências e com um olhar cada vez mais apurado para a moda, estas mulheres procuram mais do que peças bonitas: querem significado, identidade e experiências que façam a diferença. No contexto angolano, onde a moda se afirma como expressão cultural e afirmação pessoal, escolher o presente certo tornou-se ainda mais desafiador.
A pensar nisso, o Passaporte Fashionista reuniu uma seleção de ideias pensadas para agradar a diferentes estilos, gostos e perfis. A proposta vai além do consumo tradicional e aposta numa visão contemporânea da moda, onde o conhecimento e a vivência ocupam um lugar central.
Para quem procura um presente que realmente transforme o início de 2026, o Passaporte Fashionista surge como uma opção diferenciadora. Trata-se de uma empresa francesa que ministra cursos de moda em português nas principais capitais criativas do mundo — Paris, Milão e Florença — cidades que continuam a influenciar o imaginário e o percurso de muitos profissionais e apaixonados pela moda em Angola.
As experiências oferecidas têm a duração de cinco dias e proporcionam uma verdadeira imersão no universo fashion internacional. O acompanhamento é personalizado, desde o primeiro contacto até ao final do curso, com apoio em questões práticas como hospedagem, sugestões de restaurantes e orientações gerais, garantindo uma experiência tranquila e enriquecedora.
Não é por acaso que muitos alunos regressam para repetir a experiência, explorar novos destinos ou aprofundar outras áreas da moda. Num mercado angolano cada vez mais atento à formação, à internacionalização e à construção de carreiras sólidas no sector, este tipo de vivência representa um investimento estratégico e inspirador.
Seja para surpreender alguém especial ou para se oferecer a si mesma, o Passaporte Fashionista afirma-se como um presente com propósito — ideal para quem quer começar 2026 com mais visão, repertório e estilo. Porque, na moda, as melhores escolhas são aquelas que ficam para além do guarda-roupa.
Em plena era da autenticidade, a marca Sivan Apparel decidiu desafiar os padrões e mudar o rumo da conversa na indústria da moda. No seu mais recente desfile, realizado em Nova Iorque, a marca surpreendeu ao substituir modelos profissionais por pessoas comuns, celebrando a diversidade, a individualidade e a verdadeira beleza do quotidiano.
Longe dos estereótipos de perfeição que durante décadas dominaram as passarelas, a Sivan Apparel trouxe à ribalta corpos reais, rostos com histórias e expressões que espelham a pluralidade do mundo contemporâneo. A iniciativa, amplamente elogiada nas redes sociais, foi destacada pela Zaz Brasil, que reforçou o carácter social do projeto: “a moda é para todos — independentemente da idade, tamanho, etnia ou experiência”.
Mais do que uma estratégia estética, o desfile transformou-se num manifesto de inclusão e empatia, lembrando que a moda não deve impor limites, mas sim criar pontes entre estilos de vida e identidades. A proposta de Sivan Apparel marca uma viragem simbólica — da idealização para a humanização —, abrindo espaço para que cada pessoa se reconheça naquilo que veste.
O público reagiu de forma entusiástica, aplaudindo a ousadia e o impactoalista e Humanismo
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