Cada vez mais o mundo tira o chapéu e faz vênias às celebridades africanas e criadores de moda, que representam lá fora este rico continente, uma vez que tratam de vestir Marcas de enorme valor e conquistar corações em todos os lados.
Mas estamos perante uma situação que o marketing das celebridades baixou por culpa da Covid-19 e agora, tem sido o maior desafio de forma a conquistar compradores.
Fazemos um destaque à actriz Pearl Thusi, que nos últimos dias em Joanesburgo, só se fala desta bela mulher, que aparece ainda mais bonita com as peças de Gert-Johan Coetzee, descartando um pouco do que já fez como estrela da série de televisão “Quantico“, ao lado da indiana Priyanka Chopra Jonas e a mais recente “Queen Sono“, que fez sucesso na Netflix.
Um feito que em Fevereiro deste ano, a MAC Cosmetics colaborou com Pearl Thusi para a Cara da Marca.

Mas 2020 estava destinado para ser o ano de África, se não fosse a pandemia do coronavírus, pela forma como os criadores das grandes tendências entraram na intenção de apresentar ideias brilhantes ao mundo e por agora optam em jogar pela estratégia. Também pelo impacto que o filme “Black Panther” teve, junto com as campanhas dos seus actores africanos como a Lupita Nyong’o, fizeram acordar o continente.

Actualmente as coisas mudaram, voltadas ao modernismo, as marcas de luxo usam nas suas estratégias de marketing actores, músicos, artistas, influenciadores locais, modelos. A modelo angolana Maria Borges, rendeu milhões para a marca francesa Dior só em território africano.

Em 2018, a Nike teve um momento marcante ao lançar uma camisa de edição limitada do músico nigeriano Wizkid, que esgotou logo nos primeiros dez minutos, reconhecendo assim a sua influência global e um ganho para a marca. Mas na opinião de outros, é uma estratégia para atrair clientes, conforme diz o empresário Ijeoma Balogun, fundador da Redrick PR, com sede em Lagos, para si, compram mais um artigo por nutrirem simpatia por um rosto famoso como Tiwa Savage ou Toke Makinwa com milhões de seguidores.
Para a Hopper HQ, empresa britânica que se dedica a sondar celebridades que lucram com um post no Instagram, afirma que muito em breve os africanos podem liderar esta onda de competição, tudo por serem os mais queridos do mundo e inspirar pessoas com os seus modos de vida e celebridades como Tiwa Savage e Wizkid, ganham cerca de 50 mil dólares só por um post no Instagram o que mostra que eles já são veículos de marketing lucrativos.

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