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Pitxos e Pitxas

 Reunindo paisagens de tirar o fôlego, riqueza cultural e uma diversidade natural que impressiona qualquer visitante, Angola oferece experiências memoráveis para amantes de viagens, fotografia e turismo de aventura. 

Foto/DR

Entre os destinos que mais se destacam está Cabo Ledo, uma referência do turismo nacional pela sua extensa faixa de areia e águas cristalinas, tranquilas, perfeitas para descanso e prática de desportos náuticos.

Já o Miradouro da Lua, surpreende pela sua formação rochosa singular única, que lembra uma paisagem lunar e proporciona um dos pores do sol mais bonitos do país.

Outro ponto que desperta grande curiosidade é a Praia do Egito, uma mistura de paisagem natural, arquitetura e história, conhecida pelo cenário exótico e ambiente calmo, ideal para quem busca tranquilidade junto ao mar.

No sul do país, as Colinas do Curoca revelam um espetáculo natural formado por dunas, vales e tons terrosos que encantam os amantes da natureza e fotografia, também conhecido como vale dos espíritos, com diversas estruturas desenhadas pela erosão em pleno deserto.

Por fim, as Pedras Negras de Pungo Andongo, completam a lista com a sua imponência histórica e espiritual. As gigantes formações rochosas carregam lendas e marcos tradicionais, tornando o local um dos mais emblemáticos do território angolano.

Com tanta diversidade e beleza, Angola afirma-se como um destino turístico que merece ser explorado, apreciado e divulgado, prometendo experiências únicas a cada viagem.

 A artista angolana Nair Nany, celebrou com emoção nesta quinta-feira, 29 de Janeiro, a distinção na categoria ‘Destaque Internacional da Gala Angola 35 Graus’, tendo rejeitado a ideia de sucesso baseada apenas em mérito humano ao afirmar que a premiação representa um milagre sustentado pela fé. 

@IG: Nair Nany

Oportunamente, Nair destacou que o prémio vai além do reconhecimento profissional, palco e  projecção mediática, mas sim de um propósito espiritual.

“Os homens chamam de sucesso, atribuem os prémios ao esforço, dedicação, sabedoria e conhecimento. Mas eu não sou um sucesso, porque o sucesso pode ser explicado, eu sou um milagre e milagre só Deus pode fazer. Este prémio não vem do palco, vem do céu, não sou um nome em Destaque Nacional ou Internacional, sou um instrumento do Reino”, escreveu.

Importa salientar, que a Gala Angola 35 Graus, reconheceu em Nair Nany uma figura de inspiração, cuja trajectória se destaca pela mensagem de fé, propósito e valores humanos.

 A Ordem dos Advogados de Angola (OAA), acaba de anunciar a suspensão do julgamento do Processo n.º 1954/025, conhecido publicamente como “processo da AGT”, na sequência de diligências realizadas em articulação com o Conselho Superior da Magistratura Judicial e o Tribunal Supremo.

Foto: Reprodução/ JA Online

De acordo com um comunicado divulgado pela Ordem dos Advogados de Angola (OAA), a suspensão do julgamento visa garantir condições adequadas para o exercício do direito de defesa, assegurando que os advogados possam aceder ao processo na sua totalidade antes do avanço da fase de julgamento.

Neste sentido, o processo será disponibilizado às equipas de defesa para consulta integral durante um período de oito dias, permitindo uma análise completa dos autos e reforço o princípio do contraditório e da igualdade de armas no procedimento judicial.

A OAA sublinha que a medida “repõe a normalidade processual” e contribui para salvaguardar a dignidade do julgamento, que destaca ainda o compromisso institucional com a legalidade, os direitos fundamentais e o Estado Democrático de Direito.

O “processo da AGT”, tem gerado forte atenção pública e mediática, por envolver alegações graves ligadas à Administração Geral Tributária, sendo considerado um dos casos mais sensíveis e acompanhados no panorama judicial angolano

 Mais de 920 jovens concluíram com sucesso a segunda fase do Projecto KUMA, uma iniciativa de formação profissional que reforça a qualificação do capital humano em Cabinda e a criação de competências técnicas alinhadas com as necessidades do mercado de trabalho.


A entrega dos certificados realizou-se hoje no Liceu de Cabinda, numa cerimónia que contou com a presença de representantes do Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Governo Provincial, Sonangol, INEFOP e Gemcorp Angola, entidades envolvidas na implementação do programa.

Com esta segunda fase, o Projecto KUMA já certificou 1.782 formandos desde o seu arranque. O programa prevê formar mais de 5.000 jovens ao longo das suas várias fases, assumindo-se como uma iniciativa estruturante de capacitação profissional na província.

Para mais informações, queira ler o comunicado em anexo.


 

Localizado na costa atlântica de Angola, o Sumbe é um destino que encanta pela sua beleza natural e riqueza cultural. A cidade, capital da província do Kwanza-Sul, é conhecida pelas suas praias tranquilas, a sua vibrante cena musical e a hospitalidade de seu povo.

Ao chegar ao Sumbe, o mar é o primeiro a receber os visitantes. A Praia do Sumbe é ideal para quem busca relaxar e mergulhar em águas mornas. Já a Praia do Porto oferece um cenário perfeito para caminhadas ao entardecer e para a prática de pesca artesanal. “Nada se compara ao pôr do sol aqui”, diz Dona Rosa, moradora há mais de 30 anos. “É como se o céu beijasse o mar.”

A gastronomia local é um espetáculo à parte. O peixe fresco grelhado, e a moamba são pratos obrigatórios. Muitos restaurantes à beira-mar oferecem refeições simples, mas saborosas, com receitas que passam de geração em geração

A música também tem lugar de destaque no Sumbe. A cidade é berço de vários artistas angolanos e o semba ainda embala festas e reuniões familiares. Festivais culturais, como o FestiSumbe, celebram a diversidade local com apresentações de dança, teatro e música. “É uma forma de manter viva a nossa identidade”, explica Dona Rosa.

Sumbe é mais do que um destino de praia — é um encontro com a alma do Kwanza-Sul. Ideal para quem busca tranquilidade, cultura e conexão com a natureza e as pessoas.

 A actriz brasileira Taís Araújo partilhou recentemente uma experiência marcante vivida na África do Sul, onde esteve acompanhada dos filhos numa viagem com forte significado histórico e educativo. Mais do que um simples passeio, a visita foi pensada como uma oportunidade de contacto consciente com a história e a realidade política do país.

Segundo a artista, foi a terceira vez que regressou ao território sul-africano, mas, desta vez, o objetivo foi diferente: proporcionar aos filhos uma leitura mais profunda do passado do país, permitindo-lhes compreender o percurso político, as lutas e as transformações sociais que marcaram a nação.

Durante a estadia, Taís Araújo viveu ainda um momento especial ao reencontrar Graça Machel, figura incontornável da história africana contemporânea. O encontro, previamente combinado, reforçou o simbolismo da viagem, unindo memórias pessoais a referências históricas e humanas de grande relevância.

 

O Banco Angolano de Investimentos fechou 2025 com lucro recorde, duplicando os resultados do ano anterior, avançou a revista Economia & Mercado, citando uma comunicação oficial do BAI à Comissão de Mercado de Capitais. Segundo a publicação, o BAI encerrou o exercício económico de 2025 com um lucro recorde de 302 mil milhões de kwanzas, um crescimento de 100% face aos 151 mil milhões de kwanzas acumulados em 2024

A revista especializada detalha que “a entidade bancária, liderada por Luís Felipe Rodrigues Lélis, atingiu no IV trimestre de 2025 um lucro de 75 mil milhões de kwanzas, mais 35% do que o alcançado entre outubro e dezembro de 2024.”

“Este resultado foi impulsionado pelo crescimento da margem financeira em 48% e da margem complementar em 127% face ao período homólogo”, sendo que, continua o artigo, “a margem financeira fixou‑se em 381 mil milhões de kwanzas, ante os 258 mil milhões de kwanzas registados em 2024. Já a margem complementar passou de 80 mil milhões de kwanzas para 181 mil milhões de kwanzas”.

 “Eu não quero normalidade.” A frase, dita por Jonathan Anderson antes do desfile masculino de outono 2026 da Dior, funciona como manifesto e ponto de partida para uma colecção que rejeita fórmulas previsíveis e celebra o estranho como linguagem criativa.

Embora a declaração na revista Vogue se referisse, num primeiro momento, às perucas selvagens idealizadas por Guido Palau, a postura anti-normalidade atravessou toda a apresentação. Anderson construiu uma verdadeira colagem de referências e elementos aparentemente díspares, reunidos num elenco de personagens que foge ao convencional, mas que se mantém surpreendentemente coeso.

O resultado foi uma colecção que equilibra conceito e desejo. As peças surgem carregadas de intenção artística, brincando com volumes, texturas e contrastes, ao mesmo tempo em que se mostram comercialmente persuasivas, um exercício claro de como a moda pode ser provocadora sem perder relevância no mercado.

No outono 2026 masculino da Dior, Jonathan Anderson reafirma a sua assinatura criativa: desafiar a ideia de normalidade e provar que, na moda contemporânea, é justamente o não óbvio que move o imaginário e dita o futuro.

 O rapper angolano Extremo Signo, acaba de lançar “Dominó”, um novo single que reafirma, com força total, a sua identidade lírica e técnica no rap. A faixa que conta com participações de peso de Ozono, Lutuima e Kletuz, apresenta um autêntico desfile de punchlines, skills afiadas e uma energia competitiva que já se tornou marca registada do artista.

Foto: Reprodução Instagram (Extremo Signo)

Os artistas Ozono e Lutuima, entram com versos agressivos e densos, que eleva o nível lírico da música, enquanto Kletuz acrescenta uma abordagem mais melódica, e explora as suas capacidades vocais e criando um contraste que equilibra a intensidade do som.

“Dominó”, destaca-se também pela forma como os versos se encadeiam de maneira fluida e contínua, remetendo directamente ao conceito do título. O instrumental serve como uma base sólida para que cada artista demonstre versatilidade, confiança e domínio do microfone, mantendo sempre a coesão da faixa.

A recepção do público tem sido claramente positiva. Nas redes sociais e plataformas digitais, os fãs elogiam a força das barras, a química entre os participantes e a escolha estratégica das colaborações. Para quem acompanha o percurso de Extremo Signo, o single surge como mais uma prova da sua consistência artística e da capacidade de se reinventar sem perder autenticidade.

Com “Dominó”, Extremo Signo consolida a sua posição no jogo, e entrega um tema pensado para os apreciadores de rap técnico, competitivo e bem executado, uma jogada certeira num dominó que continua a cair a seu favor.


 O rapper Valete, fez uma confissão marcante sobre os bastidores da sua trajectória musical, ao afirmar que a sua carreira no Rap poderia nunca ter existido sem a influência directa e o apoio de Sam The Kid.

@IG

Durante a sua passagem pelo programa “Dona da Casa”, Valete abriu o jogo sobre a importância determinante de Sam The Kid, na construção do seu percurso artístico, ao destacar o papel crucial que o produtor teve num momento em que o panorama do hip hop português ainda era restrito em termos de acesso a instrumentais de alto nível.

“Praticamente o único gajo de alto nível que oferecia beats era o Sam The Kid. Eu tinha acesso a todos os beats do Sam. Naquela altura não havia competição”, revelou o rapper, ao sublinhar que essa vantagem foi decisiva para o impacto do seu primeiro grande projecto.

Valete, foi ainda mais longe ao admitir que o sucesso do seu disco está directamente ligado às produções assinadas por Sam The Kid. Segundo o artista, as faixas que mais se destacaram e “rebentaram” junto do público foram precisamente aquelas produzidas pelo consagrado beatmaker.

“Se não fosse o Sam The Kid, provavelmente eu não estaria a fazer música”, confessou, ao acrescentar que, sem esses instrumentais, o álbum poderia ter sido um fracasso comercial.

Nesse cenário, o rapper acredita que teria seguido outro caminho profissional, concretamente o jornalismo desportivo, área que também despertava o seu interesse na altura.

 A cantora angolana Bruna Amado, abriu nesta sexta-feira, 23 de Janeiro, um espaço de reflexão nas plataformas digitais ao partilhar a sua visão sobre relações amorosas e apoio emocional, revelando as dificuldades que enfrenta ao lidar sozinha com as responsabilidades da vida adulta.

Foto: DR

Num vídeo partilhado nos stories do seu perfil oficial no Instagram, a artista confessou sentir falta de uma presença masculina estável na sua vida, associando esse desejo não apenas ao campo afectivo, mas também à necessidade de apoio emocional e de partilha de responsabilidades do dia-a-dia. Bruna sublinhou que a presença de um companheiro poderia facilitar alguns aspectos da sua rotina, reconhecendo ainda que este sentimento pode estar ligado a uma possível carência paterna.

“Se eu tivesse um marido acho que a minha vida estaria facilitada, eu gosto muito da energia masculina, talvez tenha um pouquinho de carência paterna nisso. Gosto do facto de não ter que pagar conta, não levantar peso. Os homens foram feitos para facilitar a nossa vida. Há mulheres que nasceram para serem independentes, mas eu não quero. Isso é um desabafo. Odeio o facto de ter de resolver tudo na minha vida porque não tenho um pai para resolver ou um marido”, disse a cantora.

As declarações de Bruna Amado, geraram diversas reacções, com internautas a dividirem opiniões. Enquanto alguns demonstraram compreensão e empatia, considerando o discurso um retrato de vulnerabilidade emocional, outros interpretaram as palavras como um reforço de papéis tradicionais de gênero, reacendendo o debate sobre independência feminina e modelos de relacionamento.

 A produtora Sold Out Skwadd (SOS), liderada pelo rapper luso-angolano Deezy, anunciou nesta sexta-feira, 23 de Janeiro, o lançamento do documentário “Regra do Jogo”, uma produção dedicada a homenagear o falecido kudurista Mano Chaba, prometendo revelar, pela primeira vez de forma aprofundada, a sua história de vida e trajectória artística.

Mano Chaba

Foto: Instagram (Mano Chaba)

O anúncio foi feito através de uma publicação colaborativa na plataforma Instagram, assinada por Deezy, Rafael Beats, Ailé dos Santos, Jaime António e pelo perfil oficial de Mano Chaba. Na nota, foi confirmado que o documentário tem a estreia marcada para o dia 22 de Fevereiro.

“Este não é apenas um documentário. É a história que nunca foi contada por completo, não são só imagens, são escolhas que mudaram um caminho e desafiaram a regra do jogo. Aqui está o meu trajecto, os momentos que marcaram a minha carreira e as pessoas que ajudaram a eternizar a minha arte. Mesmo não estando entre os vivos, a minha voz continua, ainda há verdades por revelar e imagens que vão mudar a forma como tudo foi visto”, escreveu

Segundo a produtora, “A Regra do Jogo” vai retratar escolhas, desafios e momentos decisivos que marcaram o percurso pessoal e profissional de Mano Chaba, desde os primeiros passos na música até à sua morte prematura, oferecendo ao público uma visão mais íntima e humana do artista.

 A apresentadora angolana Zuleica Wilson falou, nesta sexta-feira, 23 de Janeiro, sobre aspectos da sua vida pessoal ao revelar que, em tempos, desejava ter quatro filhos, mas acredita que esse objectivo já não será possível.

Foto: Instagram Zuleica Wilson

A declaração surgiu durante uma interacção com os seus seguidores no Instagram, depois de ter aberto uma caixa de perguntas e respostas nos stories, espaço onde respondeu maioritariamente a curiosidades ligadas à sua carreira profissional.

Entre as várias questões enviadas pelos internautas, uma em particular chamou a atenção: “Pretendes ter quantos filhos?”. De forma directa e sem muitos rodeios, Zuleica respondeu: “Queria quatro, mas acho que já não vai dar”.

A resposta rapidamente gerou reacções nas redes sociais, sobretudo por se tratar de um tema pouco abordado pela apresentadora. Conhecida por manter a vida pessoal longe dos holofotes, Zuleica Wilson e o marido, Igor Benza, têm optado por uma postura reservada no que diz respeito à intimidade do casal.

 

 O passaporte angolano registou uma evolução positiva no ranking mundial de mobilidade, ao subir cinco posições e alcançar a 86.ª posição em 2026. Apesar da melhoria, o documento continua a ser o menos poderoso entre os países de língua oficial portuguesa (PALOP), de acordo com a mais recente actualização do Henley Passport Index, citada pelo jornal Economia de Mercado.

Foto: DR

Segundo o ranking elaborado pela consultora britânica Henley & Partners, Angola passou da 91.ª posição, ocupada em 2025, para a 86.ª neste ano, permitindo actualmente aos seus cidadãos viajar sem visto para 49 destinos internacionais.

No seio da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Portugal mantém-se como o país com o passaporte mais forte, ao ocupar a 5.ª posição a nível mundial, garantindo entrada sem visto em 184 países. O Brasil surge como o segundo melhor classificado entre os lusófonos, na 16.ª posição, com acesso livre a 169 destinos.

À frente de Angola aparecem ainda outros Estados-membros da CPLP, como Cabo Verde, cujo passaporte permite o acesso sem visto a 65 destinos internacionais. Já São Tomé e Príncipe e Moçambique ocupam a 76.ª posição, garantindo viagens sem visto para 60 países.

O Henley Passport Index é elaborado com base em dados da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) e avalia a liberdade de circulação de 199 passaportes em 227 destinos em todo o mundo. No extremo inferior da tabela figuram o Afeganistão, a Síria e o Iraque, considerados os passaportes com menor poder de mobilidade global.

Importa referir que, em Dezembro do ano passado, Angola apresentou o seu novo passaporte electrónico, equipado com tecnologia biométrica avançada, chip electrónico e sistemas de criptografia e verificação automática.

 

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