Passaporte angolano sobe cinco lugares e ocupa 86.ª posição no ranking mundial em 2026
O passaporte angolano registou uma evolução positiva no ranking mundial de mobilidade, ao subir cinco posições e alcançar a 86.ª posição em 2026. Apesar da melhoria, o documento continua a ser o menos poderoso entre os países de língua oficial portuguesa (PALOP), de acordo com a mais recente actualização do Henley Passport Index, citada pelo jornal Economia de Mercado.

Foto: DR
Segundo o ranking elaborado pela consultora britânica Henley & Partners, Angola passou da 91.ª posição, ocupada em 2025, para a 86.ª neste ano, permitindo actualmente aos seus cidadãos viajar sem visto para 49 destinos internacionais.
No seio da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Portugal mantém-se como o país com o passaporte mais forte, ao ocupar a 5.ª posição a nível mundial, garantindo entrada sem visto em 184 países. O Brasil surge como o segundo melhor classificado entre os lusófonos, na 16.ª posição, com acesso livre a 169 destinos.
À frente de Angola aparecem ainda outros Estados-membros da CPLP, como Cabo Verde, cujo passaporte permite o acesso sem visto a 65 destinos internacionais. Já São Tomé e Príncipe e Moçambique ocupam a 76.ª posição, garantindo viagens sem visto para 60 países.
O Henley Passport Index é elaborado com base em dados da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) e avalia a liberdade de circulação de 199 passaportes em 227 destinos em todo o mundo. No extremo inferior da tabela figuram o Afeganistão, a Síria e o Iraque, considerados os passaportes com menor poder de mobilidade global.
Importa referir que, em Dezembro do ano passado, Angola apresentou o seu novo passaporte electrónico, equipado com tecnologia biométrica avançada, chip electrónico e sistemas de criptografia e verificação automática.
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